26 de abr de 2014

47% dos moradores reprovam os síndicos, aponta pesquisa

Responsável pela gestão do empreendimento é criticado pelo alto custo da taxa de condomínio, dizem os entrevistados
Uma pesquisa com moradores de condomínios, realizada pelo Instituto Pró-Síndico, revela que 47% dos entrevistados estão insatisfeitos em relação a seus síndicos.

O levantamento é estadual, mas, conforme a entidade, também reflete a realidade de Ribeirão Preto.
Ribeirão, segundo o Pró-Síndico, possui 3 mil condomínios verticais e horizontais. A região conta com 5 mil, enquanto o Estado de São Paulo possui 40 mil.

Entre os motivos da insatisfação com os síndicos estão o alto custo da taxa de condomínio. Essa despesa, conforme a pesquisa, resulta de gastos com folha de pagamento. Na maioria dos condomínios dos entrevistados, a despesa com folha vai de 50% a 70% do total de gastos.

Outra grande responsável pela alta de taxa de condomínio, conforme os entrevistados, são as despesas com manutenções de elevadores, piscinas, churrasqueiras e com jardinagem.

Segundo Dostoiévscki Vieira, diretor-executivo do Pró-Síndico, além do alto custo da taxa de condomínio, outra reclamação dos moradores está relacionada à tomada de decisões autoritárias por parte do síndico.
“Isso ocorre porque os síndicos, em sua maioria, não são pessoas preparadas para exercer a função determinada”, diz.

Dostoiévscki Vieira, diretor do Pró-Síndico, explica que o principal motivo do aumento das taxas condominiais está na má gestão, na falta de participação e de preparo do síndico.
Diminuir as taxas é uma tarefa que exige que o síndico tenha planejamento. Alguns pontos indicados por Dostoiévscki são fundamentais.

“A boa contratação de fornecedores, jornada de trabalho dos funcionários, economia de água – com a regulagem das descargas -, e elaborar um planejamento de obras”, cita ele.

“Outros pontos são fazer um esquema de manutenção preventiva nos equipamentos, porque a manutenção emergencial é mais cara e não deixar inadimplentes por muito tempo”, emenda. “Fazer o fundo de caixa para obras é outra prioridade.”
Fonte:http://www.jornalacidade.com.br/

21 de abr de 2014

Principais riscos de acidentes nos condomínios

Um acidente de trabalho é aquele que produz lesão corporal, perturbação funcional ou doença que resulte na redução da capacidade de trabalho ou ganho e, em alguns casos, até a morte. Saiba mais sobre o assunto.

Numa escala crescente de 1 a 4, que mede o grau de riscos no trabalho, os condomínios enquadram-se no nível 2. Os funcionários de condomínios estão expostos a agentes de riscos biológicos, químicos e ergonômicos.

Por exemplo, na manipulação do lixo e dos produtos de limpeza e de manutenção de piscinas (como cloro líquido ou granulado), os faxineiros e zeladores estão sujeitos a moléstias de pele e contaminação por gases químicos. Nesse caso, a proteção deve ser feita com o uso de luvas e botas. Além disso, são indicados carrinhos para o transporte do lixo, evitando-se esforço físico desnecessário.

Para os garagistas e manobristas, o problema pode ser a inalação de monóxido de carbono. A solução é adequar o sistema de ventilação da garagem. Porteiros podem sofrer de má postura por permanecerem sentados a maior parte do tempo. O condomínio deve providenciar cadeiras ergonomicamente projetadas, com suporte para os pés e encosto adequado para a proteção da região lombar.

No caso de um acidente, em que o funcionário não esteja usando equipamentos de proteção individual (EPIs), a responsabilidade é do condomínio. “Há riscos de problemas trabalhistas, por exemplo, se o funcionário estiver trabalhando numa escada mal iluminada, cair e se machucar”, exemplifica o médico do trabalho, Geraldo Travassos. O ônus também é do condomínio, se houver desvio de função de um empregado - por exemplo, se um porteiro ou zelador se acidentar, realizando algum serviço no apartamento de um condômino. No caso de trabalho em altura (como pintura do prédio e lavagem de pastilhas), onde o risco de acidentes é alto, o síndico deve contratar uma empresa idônea e checar o uso dos equipamentos de segurança necessários - o síndico é co-responsável em caso de acidentes.

Se o condomínio adquirir um novo equipamento (enceradeira industrial, lavadora de alta pressão, máquina de cortar grama), o funcionário que for utilizá-lo deve receber treinamento adequado. É recomendável, ainda, que os condomínios mantenham materiais de primeiros socorros, guardados sob os cuidados de uma pessoa treinada para seu uso em qualquer eventualidade.
Fonte:direcionalcondominio

13 de abr de 2014

Valorize seu apartamento com reformas pontuais. Veja como

Imóveis antigos podem ganhar valorização com a troca das instalações elétricas e hidráulicas
Reformar o seu imóvel é sinônimo de inovação e transformação, mas pode valorizar o seu preço, também. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), os brasileiros gastaram em torno de R$ 5,4 bilhões em obras no ano de 2013. Agora em 2014, esse número deve aumentar em 6%, com o objetivo de agregar valor ao imóvel.

As reformas devem contemplar alguns aspectos que valorizem o imóvel, seja ela estética ou funcionalmente. Partindo deste princípio, erros básicos podem prejudicar a venda e é importante considerar reparos nas instalações elétricas e hidráulicas para que não tenha dores de cabeça no futuro.

Segundo Cristiane Sita, arquiteta da empresa de prestação de serviços Praquemarido, a troca completa da tubulação em um apartamento antigo se faz necessária para evitar o risco de vazamento ou entupimento para o futuro proprietário.

“Prever isso pode parecer caro, mas evita muitos aborrecimentos futuros, no imóvel, onde a perda dos revestimentos pode ser total. O atual proprietário precisa ser convencido de que o comprador valorizará esse investimento”, afirma Cristiane.

No caso de apartamentos pequenos, até 60 m², uma sala grande enche os olhos do comprador, mas tudo depende do público alvo. A arquiteta sugere a ampliação da sala possibilitando a reversão para o modelo anterior sem grandes reformas, como a construção de uma nova parede para um quarto, por exemplo.

“É importante manter a iluminação versátil para as duas situações, prever o layout da sala que permita o fechamento posterior para obter novamente o quarto, evitar armários fixos onde poderão ser necessárias portas e preservar a iluminação natural para ambas as situações”, ressalta Cristiane.

A construção de um novo ambiente pode ser feita, de maneira rápida e mais limpa, com dry-wall ou divisórias de madeira.

Pode parecer que não, mas a arquiteta frisa a importância da reforma dos banheiros, que costumam ganhar o cliente em definitivo. “Em geral, ambientes bem iluminados podem chamar bastante atenção do comprador”, orienta.

Para elevar o padrão da reforma e aparência final do imóvel, é recomendado ter o acompanhamento de profissionais da área para planejamento e empresas especializadas para execução dos serviços.

Veja dez dicas da arquiteta Cristiane Sita para valorizar seu apartamento:
Elétrica: as reformas devem considerar um aumento significativo de pontos de elétrica, rede e cabeamento, para atender a demanda atual de eletrônicos, incomum em imóveis mais antigos. “O quadro elétrico deve ser avaliado para evitar futuras sobrecargas”, alerta Cristiane

Hidráulica: para atualizar imóveis, o ideal é que se troque a tubulação toda - até a prumada geral, em caso de edifícios – evitando que um problema futuro, como entupimentos e vazamentos, danifiquem os revestimentos recém-trocados

Luminotécnica: trocar as lâmpadas incandescentes por eletrônicas ou leds para aumentar a relação custo-benefício da reforma. Como o investimento inicial tende a ser maior, muitas vezes, peca-se em não prever a economia futura e que, na ponta do lápis, é muito significativa

Revestimentos: deve-se atentar para evitar escolha de revestimentos muito específicos de seu gosto pessoal, recaindo para escolhas mais neutras que não incomodem nenhum outro possível proprietário

Pintura: deve-se lixar, passar massa e limpar muito bem antes da execução da pintura propriamente dita. “Casa mal pintada, não enche os olhos”, adverte a arquiteta

Impermeabilização: ao retirar pisos para a remodelação de banheiros e cozinhas acontece da impermeabilização ser danificada – ou já estar danificada pelo tempo. Ela deve ser refeita ou testada, antes da colocação de novos pisos

Estrutura: derrubar paredes não é tão simples como parece. A alvenaria de imóveis mais antigos sustenta o telhado ou a laje. Para que isso seja evitado, utilize a planta da casa, um profissional habilitado e observação in loco para a liberação da alvenaria, visando o não comprometimento das estruturas

Telhados: no caso de casas, fazer avaliação de telhados e calhas para evitar que um pequeno vazamento estrague todo o gesso, por exemplo

Gesso: prever tabicas (afastamento de 2 cm das alvenarias) para garantir que  os materiais não sofram rachaduras

Obra: contratar projeto e responsável pela obra pode parecer, inicialmente, um gasto exagerado, mas, a longo prazo, costuma gerar grande economia. O planejamento anterior à obra estuda os usos, as melhores alternativas e mapeia a ordem e duração das tarefas, evitando desperdício
Fonte:revista.zap

9 de abr de 2014

Problemas com animais do vizinho? Saiba o que fazer

Latidos no meio da noite, mau cheiro e até telhas quebradas. Um vizinho inconveniente pode causar muitos problemas, mas o que fazer quando quem perturba é o animal de estimação de quem mora ao lado?

No caso de prédios, a lei dos condomínios protege o sossego dos moradores, punindo quem perturba o ambiente, diz Edwin Brito, secretário da Comissão de Direito Urbanístico da OAB/SP. “Isso também vale para animais. A pessoa que se sentir lesada deve fazer uma reclamação diretamente para o síndico, que irá verificar o problema e estabelecer uma multa progressiva, podendo atingir até cinco vezes o valor da taxa de condomínio”, afirma o advogado.

Já quando se trata de uma casa, os inconvenientes podem ir além da perturbação do sono, como no caso de gatos que quebram telhas ou de vizinhos que criam uma grande quantidade de cães e deixa a sujeira acumular no local. Para o especialista, pouco coisa pode ser feita em relação ao telhado, pois dificilmente será possível atribuir os danos ao gato do vizinho. Nos demais casos, o Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo informa que, de acordo com a lei municipal 13.131/2001, “não serão permitidos, em residência particular, a criação, o alojamento e a manutenção de mais de 10 cães ou gatos, no total, com idade superior a 90 dias”.

Além disso, a permanência dos animais não deverá causar incômodos para a vizinhança, como por exemplo, provocar ruído excessivo ou levar perigo à saúde pública, higiene e segurança, pois as normas de boa vizinhança deverão ser mantidas em nome do interesse geral. A Prefeitura de São Paulo recebe denúncias sobre condições de criação de animais domésticos por meio da seção SAC de seu site.

Uma vez registrados problemas entre vizinhos, o município disponibiliza as Casas de Mediação, um serviço que visa estimular as pessoas em situação de conflito a buscar uma resolução pacífica para os desentendimentos. Porém, se isso não for suficiente e o problema chegar a níveis mais extremos, Brito afirma que é possível acionar o dono do animal judicialmente. “A pessoa pode entrar com uma ação para que o vizinho seja obrigado a garantir o silêncio ou a higiene do local sob pena de multa. Se mesmo assim o inconveniente persistir, o juiz pode determinar até a remoção do animal”, finaliza o representante da OAB.
Fonte:http://vidaeestilo.terra.com.br/casa-e-decoracao/

7 de abr de 2014

Condomínios modernos: o desafio para os síndicos

O papel do síndico está em constante evolução no mercado.
Pela abrangência, a atividade sempre exigiu conhecimento em áreas diversas, entre as quais, contabilidade, administração, relações humanas, finanças e direito. Mas nunca tanto quanto nos últimos tempos, devido à sobrecarga das obrigações legais e fiscais. Jovens com perfil empreendedor, profissionais e senhores aposentados buscam o mesmo caminho: conhecimento para administrar melhor o condomínio onde vivem ou que gerenciam.

Dentro do processo de transformação observada nos últimos anos surgem os complexos empreendimentos comerciais e os condomínios onde estão concentrados num único lugar moradia, lazer e serviços. Com isso, aparecem novas denominações e exigências que empurram os pretendentes ao cargo de síndico a acompanhar o crescimento dos centros urbanos.

Uma das novas denominações no mercado imobiliário é a gestão de facilidades, também conhecida como Facilities Management, área de negócios que está em expansão. O profissional é responsável pela gestão de espaços, conteúdos, sistemas e equipamentos agregados às instalações das organizações. Em cidades como São Paulo, o gestor de facilidades está sendo contratado para trabalhar em empreendimentos imobiliários com equipamentos tecnológicos sofisticados e que exigem conhecimento mais técnico.

A administradora, contadora e palestrante na área de condomínios Rosely Benevides Oliveira Schwartz destaca que em São Paulo, cerca de 40% dos gestores de facilidades são engenheiros. Mas também há economistas e administradores.

Ela ressalta que os empreendimentos que contratam estes profissionais são de grande porte e têm necessidade de conservação de bancos de dados dos setores elétricos e de telecomunicações, além de precisarem manter a limpeza e a organização dos prédios.

“O gestor de facilidades é a pessoa que tem conhecimento técnico, sabe de todo o funcionamento do edifício e vai gerenciar os demais funcionários que ajudarão a manter toda a estrutura em funcionamento”, diz.
Para preparar os profissionais que vão dirigir estas verdadeiras empresas que são os condomínios, já surgem cursos voltados a atender este público.

Em São Paulo, por exemplo, é oferecido o curso de MBA em gestão de facilidades, com o objetivo de propiciar melhor desempenho a estes trabalhadores. Mesmo com o surgimento deste novo profissional, Rosely afirma que o síndico continua existindo.

Ele ocupa o topo da hierarquia e concentra todas as funções estratégicas, que incluem metas, acompanhamento e controle financeiro para o empreendimento como um todo.
De acordo com a especialista, o gestor de facilidades está abaixo do síndico e reúne todas as atividades operacionais do edifício, ou seja, faz o edifício funcionar.

Esta estrutura, diz Rosely, aplica-se aos edifícios que sejam realmente condomínios ou que a propriedade seja partilhada com outros co-proprietários. “Quando o edifício pertencer a um único dono ou for ocupado por uma única empresa a figura do síndico não existe e o gerente predial ou o gestor de facilidades irá se reportar a alguém ligado à direção da empresa”, conclui Rosely.

Trabalho exige preparo e habilidade

O professor do curso de Administração da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Luiz Alberto Cordioli, destaca que o trabalho de síndico exige preparo e desenvolvimento de algumas habilidades e conhecimentos, como entender a legislação federal, a convenção do condomínio e o regulamento interno. “O síndico precisa ainda ter bastante paciência para lidar com os vários problemas que surgem no dia a dia”, ressalta.

E os problemas crescem à medida que aumentam os serviços e atividades nos condomínios. O administrador Geraldo Gama Salles Filho, especialista em gestão e também professor da Unisul, afirma que os condomínios estão cada vez mais complexos, com mais oferta de serviços como sauna, piscina, academia, o que requer muito mais conhecimento.

“O síndico precisa dominar os conhecimentos básicos de administração, relacionamento pessoal, legislação e estar sempre atualizado às mudanças de leis e regulamentos”, reforça. É por estes motivos, destaca o professor Luiz Alberto Cordioli, que alguns condomínios optam por terceirizar o trabalho do síndico e contratam as administradoras de condomínios.

O funcionário que fica responsável pelo gerenciamento dos edifícios geralmente possui curso superior, experiência em administração de empresas e também é bom em lidar com conflitos.

Preparado para ser um profissional de condomínio

Um dos exemplos de funcionário com responsabilidades é Sandro Luiz da Silva, gerente de condomínios da Sensato Contabilidade e Serviços Comerciais, de Florianópolis. Silva é responsável pela administração de 16 condomínios na cidade. Com formação em administração, ele cuida de toda a burocracia dos prédios e também busca os profissionais qualificados para fazer obras e manutenções quando necessário. Silva explica que os empreendimentos novos que estão surgindo já contratam o síndico profissional para ajudar a elaborar o regimento interno, por exemplo.

Com formação em contabilidade e filosofia, Luiz Fernando Juvenal da Silva é síndico profissional da Máxima Condomínios Ltda, da Capital. Diariamente ele ajuda a resolver problemas de vários condomínios da cidade e executa o papel de síndico destes edifícios. “É preciso estar preparado para os desafios inerentes à profissão.

É necessário aliar conhecimento técnico com sabedoria e paciência para conseguir lidar com as dificuldades do dia a dia e com as necessidades dos moradores”, ressalta. Ele afirma que as pessoas estão cada dia mais exigentes no cumprimento das normas dentro dos condomínios e que o conhecimento da legislação é fundamental para o trabalho.

Sindico atual faz a gestão em cliques

A empresária Enoê Maria Dal Bello, proprietária da Enoê Administradora de Condomínios, de Itapema, no Litoral Norte, tem uma visão diferente do mercado. Para ela, o síndico deve ser morador e pode contar com a experiência de uma empresa administradora para orientar a melhor forma de trabalho. “Os síndicos estão cada vez mais buscando informações para desempenhar com mais eficiência o seu papel dentro do condomínio”, afirma.

O modelo sugerido por ela seria o da autogestão assistida. O síndico realiza o trabalho interno e a empresa fica com a administração externa como revisar contratos, verificar fornecedores e materiais e oferecer assessoria trabalhista, tributária e fiscal. Os avanços tecnológicos revolucionaram os modelos de administração.

Dessa forma também foi com o mercado imobiliário e de gestão de condomínios. Assim como o síndico mudou, o perfil das administradoras e os serviços prestados nesta área também acompanharam as necessidades do profissional.

Hoje em dia a maioria das administradoras possui site com acesso para clientes. O síndico e os moradores podem acompanhar a administração na internet. São oferecidos ainda emissão de boletos bancários e controle de títulos pagos, por exemplo. Muitos condomínios têm blogs e o síndico usa o e-mail para se comunicar com os condôminos. Há 10 anos, quem pensaria que o síndico, aquele aposentado que fazia a gestão mais caseira, estaria hoje administrando com o auxílio de empresas, mais profissionalismo e de forma online?
Fonte: Condomínio SC

3 de abr de 2014

Saúde e cuidados com a limpeza em condomínios

 Pessoas são recursos importantes na manutenção da limpeza de condomínio

Quem gosta de viver em lugares bem limpinhos e sem muito lixo? A maioria das pessoas com certeza. Lugares limpos são agradáveis e trazem a sensação de bem-estar e equilíbrio, além disso, são fundamentais para a saúde física daqueles que compartilham esse ambiente.  A limpeza evita o acúmulo de sujeira que pode atrair insetos ou bichos indesejáveis, causadores de doenças.

As pessoas são o recurso mais importante para se garantir um padrão ideal de limpeza dentro de um condomínio. Quem tem essa responsabilidade precisa ser treinado, preparado e atualizado com as inovações do mercado, em termos de produtos e procedimentos operacionais de higienização.

Os produtos adequados no processo de limpeza são fatores fundamentais e a maior arma contra os inimigos invisíveis, que se instalam nos poros dos pisos, cantos, vasos e plantas, paredes, tapetes, corrimãos, elevadores, luminárias, quadros, entre outros.   É muito importante que os administradores e síndicos dos condomínios tenham esses esclarecimentos sobre a importância de um serviço profissional na área de limpeza, para uma melhor conscientização sobre a seriedade do processo com o uso adequado de produtos e ferramentas. Um bom trabalho nessa área preserva a saúde e o patrimônio dos condôminos.

Na limpeza interna dos prédios pode-se evitar um grande vilão chamado ácaro, que vive muito bem na poeira e causa uma série de problemas em pessoas com sensibilidade alérgica. E eles adoram tapetes, carpetes, cortinas e os sofás dos halls de entrada. Temos também os fungos, grandes causadores de irritação na pele e vias respiratórias, e que tem como grandes aliados os vasos que adornam os prédios. O condômino também deve contribuir com a manutenção da limpeza, com as suas atitudes, como por exemplo, não jogando lixo no chão ou em qualquer lugar, ensinando os filhos para não mancharem as paredes com as mãos sujas, manter o elevador limpo e não jogar pequenos objetos pela janela.

Para manter os diferentes ambientes do condomínio sempre limpos, é muito importante, além de bons profissionais, ter um bom planejamento. Confira três tipos de limpeza que otimizam o processo:

1. Limpeza Geral – Limpa praticamente todas as áreas, principalmente as áreas de maior circulação, como halls e elevadores.  Alguns locais devem ser limpos todos os dias, outros semanalmente.
2. Manutenção – É uma limpeza mais leve, porém exige bastante atenção e pode ser feito até mais de uma vez por dia para atingir o objetivo e manter determinadas áreas sempre limpas.
3. Conservação - Limpeza que se faz no horário comercial, em que se conserva um ambiente por mais tempo limpo, como por exemplo, no recolhimento de lixo na área comum

Independente do tamanho do condomínio, sendo ele residencial, de apartamento ou casa, ou comercial, para manter a limpeza é preciso observação na rotina e corrigir o que não está funcionando corretamente. As soluções podem estar em medidas simples.

Não é complicado manter o condomínio limpo, porém demanda atenção e faz toda a diferença no dia a dia, quando os condôminos percebem que as áreas comuns estão bem cuidadas, e a retirada de lixo, tratada com zelo e responsabilidade. Além de valorizar o aspecto visual, bons hábitos de limpeza afastam doenças e ajudam a aumentar a durabilidade do patrimônio.

Até na área de limpeza terceirizar pode ser vantajosa, pois sana os problemas iniciais, em questões como treinamento, faltas, férias e substituições de funcionários. O sistema de transferência imediata de funcionários ausentes atende urgentemente às necessidades de manter o condomínio sempre limpo e bem cuidado.
 Artigo de: Marcos Melo – www.speedgold.com.br