15 de ago de 2013

Como criar animais em condomínio

Não há nenhuma lei no País que proíba a criação de animais em apartamento. Mas decidir manter cães ou gatos em imóveis de condomínio exige bom senso e destreza nas regras da boa vizinhança. Mensalmente, a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) recebe diversas reclamações de donos de cães ou síndicos. Alguns casos vão parar no Juizado Especial. Porém, à luz da legislação em vigor no Brasil, nenhum síndico pode proibir a criação de bichos de estimação no imóvel, mas também nenhum proprietário tem o direito de deixar o seu cão incomodar os vizinhos com latidos e afins. O que fazer então para conciliar os interesses?

A presidente da Uipa, advogada Geuza Leitão, explica que a Convenção do Condomínio estabelece normas disciplinadoras e de caráter contratual que devem ser respeitadas, uma vez que possuem força de lei entre as partes. Porém, diz que não pode jamais se sobrepor à regra geral do Código Civil Brasileiro (CCB) e à Regra Especial da Lei de Condomínio (Lei 4591/1964). Ela cita o capítulo sobre os Direitos de Vizinhança, do CCB. O artigo 554 determina que "O proprietário, ou inquilino de um prédio tem o direito de impedir que o mau uso da propriedade vizinha possa prejudicar a segurança, o sossego e a saúde dos que o habitam".

Já o artigo 10 da Lei de Condomínio, aponta que "É defeso (proibido) a qualquer condômino: III - destinar a unidade à utilização diversa da finalidade do prédio, ou usá-la de forma nociva ou perigosa ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais condôminos". E completa no artigo 19 da mesma lei que "Cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, segundo as suas conveniências e interesses, condicionadas, uma e outras, às normas de boa vizinhança, e poderá usar as partes e coisas comuns, de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores, nem, obstáculo ou embaraço ao bom uso das mesmas por todos". Trocando em miúdos, Geuza Leitão explica que, com todas estas determinações legais, a simples presença de um cão no apartamento não fere os direitos de vizinhança, uma vez que o morador está exercendo seu legítimo direito de propriedade. "Ao receber as notificações do síndico, não deve o proprietário do animal pagar as multas que lhe são impostas, muito menos ingressar em juízo pleiteando o direito de manter o animal no apartamento". Se os condôminos ou o síndico entendem que o animal está causando incômodo ou embaraço, ou que a presença do mesmo é "nociva ou perigosa ao sossego, à saúde e à segurança" dos demais moradores do prédio, eles é que devem levar o caso à Justiça, por meios de prova documental, testemunhal e demais meios permitidos em direito. Isto deve ser feito em uma das unidades dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais (Jecc).

Comportamento
Se o cão tem bom comportamento, não incomoda os vizinhos com latidos ou agressividade, não há motivo, segundo a presidente da Uipa, para reclamações do condomínio. Porém, se o animal apresenta problemas de comportamento, o proprietário deve buscar solução. Caso contrário, o síndico ou vizinho tem o direito de ingressar na Justiça com provas sobre a queixa e, se confirmado, somente o juiz pode decidir retirar o animal do imóvel, caso o proprietário não tenha solucionado o problema. Antes que isto aconteça, a Uipa orienta os donos de bichos a adotar algumas medidas preventivas. A principal delas é adequar a raça do cão ao ambiente. Para condomínios, seja apartamento ou casa, o ideal é preferir raças de porte pequeno como Poodle, Pinscher, Bulldog Francês, Chiuaua, Shih-Tzu, entre outras. Ao sair para passeio, o cão deve estar sempre acompanhado e com a guia. Se o animal fizer as necessidades fisiológicas em área externa, o proprietário deve limpar imediatamente. Deixar o bicho sozinho ao longo do dia pode provocar situação de estresse e latidos excessivos. Ou ainda, prejuízos aos móveis da casa, como sofás e camas. A ociosidade faz com que o cão, que gosta de companhia e atividades, descubra algo "interessante" para fazer, como rasgar os estofados.

Outra dica importante da Uipa: manter um bom relacionamento com os vizinhos. Geuza Leitão testemunha casos de antipatia entre moradores que sobrou para o cão de um deles, mesmo o animal tendo bom comportamento. Os cuidados com a higiene e saúde do bicho também devem ser observados. Eles devem estar vacinados, vermifugados e com controle de parasitas, como pulgas e carrapatos. Numa situação de provas na Justiça, o proprietário deve ter em mãos todos os comprovantes destes cuidados.

A jornalista Paula Brauner dos Santos cria a Shih-tzu "Pretinha" há seis meses em condomínio de apartamentos no bairro São Gerardo, em Fortaleza. Ela diz que nunca teve problemas. Porém, ressalva que procura seguir as normas para criação de animais no condomínio. "Não posso andar com a Pretinha nas áreas comuns do prédio", afirma. O passeio diário é feito na rua e, para sair do apartamento, a cadelinha precisa estar nos braços da dona. Ela conta que, antes de ir morar lá, se preocupou em saber as normas de convivência para criação de bichos.

No mesmo condomínio, outros moradores também criam cães e gatos. Para os gatos, não há restrições. Eles podem passear nas áreas comuns. "Eles entendem que não há como prender os gatos", explica. Logo quando foi morar no endereço, era proprietária de outro cão, também de pequeno porte, da raça Dachshund (o famoso Salsichinha). Porém ele latia muito e os próprios donos viram a impossibilidade de criá-lo no apartamento. Antes da reclamação dos vizinhos, Paula decidiu doá-lo a um amigo. "A Shih-Tzu quase não late. É tranquila. Por isso escolhi esta raça", atesta.

Boa convivência
Para evitar transtornos entre vizinhos, os criadores de cães podem seguir as orientações da Uipa, tais como: escolher raças de porte pequeno para criar no apartamento, como Poodle e Chiuaua; ao sair para o passeio, o animal sempre deve estar com a guia e acompanhado do dono ou responsável; proporcionar lazer ao bicho para que ele não fique estressado, assim os latidos excessivos serão evitados; não deixar o animal sozinho em casa o dia todo pois ele pode reagir latindo e incomodando os vizinhos; se o animal fizer as necessidades fisiológicas em área externa, o dono deve limpar imediatamente. A Uipa orienta os proprietários de bichos ou síndicos que queiram tirar dúvidas sobre os direitos legais no assunto. A entidade tem modelos de parecer com a fundamentação legal do tema, que pode ser disponibilizado a preço simbólico.
Fonte:Diário do Nordeste

12 de ago de 2013

Papel de Gestor

Síndico deve cumprir sua função e pode ser que não agrade a todos.

Por Dr. Rodrigo Karpat
Não deve ser nada fácil ser síndico. Normalmente essa é uma figura mal vista dentro do condomínio, mas o seu desempenho pode fazer a sua popularidade crescer e virar um ponto forte a seu favor. Enquanto a virada não chega, o negócio é mostrar serviço!

Para quem acha que síndico não faz absolutamente nada ou que não tem muitas obrigações, Rodrigo Karpat, advogado especializado em direito imobiliário, explica que o gestor é responsável geral pelo condomínio, respondendo civil e criminalmente pelos excessos ou omissões. “Ao síndico compete, entre outros, representar ativa e passivamente o condomínio, cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia, diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns, zelar pela prestação dos serviços, prestar contas à assembleia”, explica Rodrigo Karpat. Não é coisa pouca, não!

“Diante de tantas obrigações, pode ser que o síndico não agrade a todos. No entanto, para afastá-lo, somente em alguns casos. “Conforme define o artigo 1.349 do Código Civil, o síndico que praticar irregularidades, não prestar contas, ou não administrar convenientemente o condomínio poderá ser destituído do cargo”, explica Karpat. E como uma andorinha só não faz verão, para destituí-lo é necessário que mais pessoas não estejam satisfeitas com a gestão. “Para isso, 1/4 dos condôminos deve convocar assembleia, onde o voto de metade dos presentes mais um pode destituir o síndico”, diz o especialista.”

Mas, para não chegar ao extremo, que tal tentar outras vias? Antes de qualquer coisa, a primeira providência é registrar a insatisfação em livro. “Normalmente os condomínios mantêm livro de reclamações/ocorrências na portaria para que qualquer situação possa ser relatada, seguindo para o síndico, para que este possa tomar a providência necessária”, esclarece Rodrigo.

Síndico profissional: já ouviu falar?

A possibilidade de contratação de síndico profissional veio com o novo Código Civil, que está valendo desde janeiro de 2013. “O síndico profissional passou a ser uma grande ferramenta para condomínios que não interessados para a ocupação do cargo, seja pela responsabilidade, falta de pessoa com perfil no empreendimento”, ressalta o especialista.

“É uma ótima opção para os condomínios muito grandes, conhecidos como condomínios clubes, que exigem uma dedicação quase que exclusiva. “Nesse caso os moradores optam em contratar terceiros que se enquadrem no perfil”, salienta Karpat”.
Logicamente, o síndico que mora no condomínio conhece melhor as necessidades de seus vizinhos por viver os mesmos problemas. Porém a proximidade pode muitas vezes ser confundida com o fato dele estar sempre à disposição, o que não é verdade. Isso tem levado muitos moradores a pensarem na hora de se candidatarem ao cargo. “Já o síndico não morador receberá para isso, ou seja, faz da sindicância sua profissão”, analisa o advogado. No entanto, há que se tomar cuidado com essa escolha. De acordo com Karpat, a profissão não é regulamentada e qualquer um pode ser síndico. Isso é lei. Está no artigo 1.347 do Código Civil. O prazo de gestão não deve ser superior a dois anos, mas poderá ser renovado.

Outro ponto que deve ser analisado é o custo. O síndico profissional é sempre remunerado, diferente do síndico morador, que pode ou não, ter um retorno financeiro – como, por exemplo, isenção da cota condominial – com a função. “Essa possibilidade deve ser definida em assembleia, levando em conta a convenção de cada condomínio”, finaliza o advogado.
Fonte:http://karpat.adv.br

8 de ago de 2013

O que fazer com vizinhos barulhentos?

No início deste ano, uma briga de vizinhos motivada por barulho acabou com três mortos em São Paulo. E a cada dia, ouvimos mais reclamações acerca da falta de limites das pessoas em relação aos seus ruídos e ao ruído dos outros. Diante disso, o que podemos entender como "barulho"? Os especialistas conceituam som como "qualquer variação de pressão (no ar, na água) que o ouvido humano possa captar", e ruído, "o som ou conjunto de sons indesejáveis, desagradáveis, perturbadores". Então, podemos pontuar como exemplos destas situações desagradáveis: música alta, latido de cachorros, gritaria, fogos de artifício, ruídos provocados por equipamentos, buzina e alarme de veículos, obras de construção e de reforma, entre outros.
E não há como negar: todo mundo faz barulho. O que muda é a intensidade dele. E, vamos combinar: tem gente que escolhe cada horário! Segundo os especialistas, durante o dia também não deve haver abuso em relação aos sons. Mas, o que a lei permite? Para que você tenha uma ideia do que estamos falando, em uma área residencial são tolerados 45 decibéis à noite. O que isso quer dizer? Mais ou menos equivale ao ruído de fundo de uma rua residencial sem tráfego, durante o dia. Mais um comparativo: em uma biblioteca os sons ficam na casa dos 35 decibéis.

Ao contrário do que muita gente pensa, o assunto é regido por legislação. E não é só uma que trata do tema. Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário e sócio do Karpat Sociedade de Advogados, aponta que, no caso específico de condomínios, vale ressaltar o artigo. 1.336 do Código Civil que estabelece que são deveres do condômino: "IV - dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes". Já a Constituição da República Federativa do Brasil garante o princípio da preservação do meio ambiente no art. 225: "todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações".

Segundo o especialista, a poluição sonora é crime previsto no artigo 54 da lei n. 9.605, de 12 de fevereiro de 1.998: "causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa". E mais: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (COMANA), responsável controle da poluição ambiental, entende que o ruído acima dos limites estabelecidos pela Resolução número 1 de 8.3.90 do CONAMA, são prejudiciais a saúde e ao sossego público.
O advogado ressalta que condomínios podem ter regulamentos próprios como convenção e regimento interno. No entanto, esses não podem contrariar a legislação, seja Federal, Estadual ou Municipal. "Se contrariar a norma destes instrumentos, é considerada nula e não obrigará os condôminos", esclarece
Karpat.
Barulho, eu?
Muitas vezes o vizinho não sabe que está incomodando. E não é que ele se faça de bobo: não tem ideia de que o barulhinho que ele faz dentro de casa vira a Terceira Guerra Mundial dentro de outro apartamento. Então, se você tem um vizinho que arrasta móveis em horário inapropriado, que faz uma super vitamina no liquidificador à meia-noite ou uma vizinha que anda de salto alto às seis da manhã, vale bater na porta e conversar. "O diálogo é a melhor forma de resolver a situação. O ideal é que quem está sendo perturbado, se morar em condomínio, interfone para a portaria e peça para que o porteiro comunique o incomodo. Caso não resolva ele poderá ligar pessoalmente, aconselha Karpat, que completa: "Sempre que possível, a resolução dos casos deve ocorrer de forma extrajudicial. O recurso judicial deve ser a última instância, pois por mais que se tenha razão e ganhe uma ação, criará um desafeto e terá que conviver com ele enquanto morarem próximos".

Conversou e não adiantou?
Depois de toda a conversa sobre os limites de cada um o seu vizinho não entendeu que o barulho dele incomoda? Então a sua queixa deve passar para o livro de ocorrências do condomínio. De acordo com o advogado, as reclamações precisarão ser avaliadas e verificar o que é de responsabilidade do condomínio. Nesse caso, só há interferência se o barulho incomodar a todos. A questão de barulho isolado deve ser resolvida entre as partes.
Outra medida, mais extrema, é chamar a polícia. O especialista esclarece que é uma forma eficiente de acabar com barulho na rua ou de festas. Mas é bom lembrar que a polícia não tem o direito de invadir uma unidade para acabar com o barulho. "A polícia pode adentrar as dependências, desde que convidada. O autor da denúncia deve estar presente no momento em que a polícia chegar, e eventualmente poderá seguir a delegacia para registrar queixa", explica o advogado.
Se o vizinho barulhento não se intimidou com a presença da polícia em sua porta e continuou fazendo barulho, não tem jeito: a coisa vai ter que esquentar. "Quando o problema não puder ser resolvido de forma amigável a última instância é ingressar com medida judicial na justiça comum, visando com que o vizinho infrator, mediante ordem judicial, seja forçado a cessar a situação ruidosa sob pena de multa", orienta

Karpat.
Lei do silêncio se aplica a estabelecimentos comerciais?
A resposta é sim! "Quando o vizinho for um estabelecimento comercial deve-se observar a lei que regula o horário de funcionamento para os estabelecimentos comerciais e níveis de ruídos toleráveis", pontua Rodrigo Karpat. Algumas cidades já tratam especificamente sobre isso em sua legislação. Em Belo Horizonte observe a Lei 9.505/08, no Rio de Janeiro - Lei 126/77, em São Paulo - Decreto 35.928/96.
Em São Paulo também existe o Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura de São Paulo, que combate a poluição sonora na cidade. O portal da Prefeitura esclarece que não é em todos os casos que o órgão pode atuar. De acordo com a legislação, o PSIU está autorizado a fiscalizar apenas locais confinados, como bares, boates, restaurantes, salões de festas, templos religiosos, indústrias e até mesmo obras. Porém, a lei não permite que vistorie festas em casas, apartamentos e condomínios, por exemplo. "Esse programa trabalha com base em duas leis: a da uma hora e a do ruído. A primeira determina que, para funcionarem após uma hora da manhã, os bares e restaurantes devem ter isolamento acústico, estacionamento e segurança. Antes desse horário, a Lei do Ruído controla a quantidade de decibéis emitidos pelos estabelecimentos, a qualquer hora do dia ou da noite", explica o advogado.

Bom senso não faz mal a ninguém
Para que tudo corra bem e não haja incômodo em relação aos sons, algumas dicas são preciosas. Veja:
- Quando organizar festas, avalie o ambiente. Evite instrumentos musicais e microfones pois eles propagam o som e dificilmente não irão incomodar. Abaixe o som após às 22 horas.
- Festas de crianças, se for para muita gente, prefira os locais próprios aos salões de festas de condomínios. Criança é sempre sinônimo de algazarra e, se a festa vai até tarde pode incomodar bastante.
- O seu vizinho não é obrigado a ouvir as músicas que você gosta e ele também quer ter momentos de lazer como: ouvir o próprio som, ver um programa na TV, conversar sem gritar.
- Se tiver crianças e cachorros em casa, prefira pisos de carpete que ajudam a isolar o som.
- Caso toque um instrumento musical, prepare o ambiente com isolamento acústico.
Fonte:noticias.yahoo

7 de ago de 2013

Manual de instruções do condomínio

Tanto ao administrador quanto ao chefe de Portaria, cabe as responsabilidades direta da ordem, da disciplina, da segurança, da manutenção e da limpeza, e tudo mais que se relacione com o funcionamento normal do prédio, dos seus subordinados, além da observância dos demais itens a seguir:

INSTRUÇÕES A SEREM OBEDECIDAS: 
01 - Estar capacitado a exercer as funções. A rigor deve saber ler e escrever.
02 - Manter-se sempre bem vestido e asseado.
03 - Demonstrar atenção e desenvoltura e espírito de liderança.
04 - Estar atento e permanecer vigilante nas funções e no local de trabalho.

05 - Ser atencioso e receptivo com os moradores, seus subordinados e demais pessoas que o procurem.
06 - Receber a todos com moderação e delicadeza.
07 - Atender as pessoas, prestar informações o resolver problemas com bom humor e dedicação.
08 - Estar ciente e consciente de suas responsabilidades, já que na ausência do Síndico ou do Subsíndico, os representa, na qualidade de preposto.
09 - Receber e distribuir aos moradores e seus superiores a correspondência sob sua guarda pessoal e responsabilidade.
10 - Anotar e fazer o respectivo registro de irregularidades praticadas por seus subordinados e moradores em livro próprio, de cujas ocorrências deverá dar ciência ao Síndico.

11 - Exigir a identificação de todas as pessoas estranhas ao prédio, não permitindo o acesso, a não ser, por ordem do morador ou acompanhado deste.
12 - Nunca informar a nenhuma pessoa estranha, da presença de morador em sua residência, sem que para isso esteja autorizado a fazer.
13 - Procurar sempre ao se dirigir pelo interfone com o morador não o chamando pelo nome, mas sim, identificando-se como sendo o Porteiro. Essa conduta evita que o morador queira ou não receber quem o procura.
14 - Nunca consentir ou encaminhar pessoas estranhas, fornecedores ou sob outro qualquer assunto, sem estar autorizado pelo morador.
15 - Manter rigorosamente em dia o livro ou fichas de registro dos moradores a fim de estar seguro de todos os residentes no prédio.
16 - Falar o necessário com os moradores, nunca manter palestras e conversas demoradas a não ser para dar informações e prestar esclarecimentos necessários ao que for indagado e que não firam os preceitos e suas responsabilidades.
17 - Procurar sempre ao atender e transmitir assunto pelo interfone, falar com voz baixa, pausada, de modo delicado.
18 - Ser pontual ao trabalho, para assim poder exigir de seus subordinados.
19 - Sentir-se sempre satisfeito na realização de suas tarefas e realizá-las de modo discreto, com habilidade.
20 - Nunca chamar a atenção de seus subordinados na presença de pessoas estranhas e sim procurar fazê-lo em caráter individual ou mesmo coletivo à parte, em local discreto.

21 - Ter o máximo cuidado e vigilância à entrada e saída de pessoas no prédio, a fim de evitar maiores preocupações.
22 - Adotar rigorosa vigilância na entrada e saída dos moradores que possuam chaves individuais e reclamar daqueles que sejam descuidados, visando a segurança do edifício.
23 - Toda atenção possível e do mesmo modo na entrada e saída de veículos da garagem pelos usuários, principalmente não existindo garagista.
24 - Manter em sua mesa de trabalho rigorosamente em dia uma relação de todos os telefones de firmas e pessoas que cuidam da manutenção dos equipamentos, bem como da Eletropaulo, Corpo de Bombeiros, Telefonica, extintores, Limpeza Pública, Delegacia de Polícia do bairro, fornecedores de material de limpeza, a fim de estar preparado para qualquer eventualidade de chamada.
25 - Não prestar nenhuma informação individual ou profissional e costumes dos moradores do prédio, sob nenhum pretexto e que é somente reservado aos mesmos.
26 - No caso de necessitar faltar ao trabalho, não deixar de avisar ao Síndico, salvo motivo de força maior.
27 - Organizar e distribuir as tarefas de trabalho aos seus subordinados de modo a não trazer prejuízos aos demais, sob sua responsabilidade pessoal.
28 - Procurar na medida do possível e sem prejuízo do trabalho do prédio, atender e mandar os subordinados, também, ajudarem os moradores na condução até o elevador de pacotes, cestas, carrinhos de feira, de criança, principalmente das pessoas idosas com a devida atenção e respeito.
29 - Não esquecer que nenhum empregado nem mesmo o Chefe da Portaria, poderá prestar serviços particulares aos moradores e de modo especial no horário do trabalho.
30- Não consentir a seus auxiliares o uso dos elevadores por crianças menores de 10 anos, quando desacompanhadas dos responsáveis.

31 - Não consentir a presença de pessoas que não sejam usuárias da garagem em suas dependências, bem como serviçais e crianças.
32 - Pedir e evitar junto aos usuários das garagens o uso de buzinas e outras modalidades de sons em seus veículos e que ao aquecerem seus motores o façam com moderação, a fim de não perturbar o sossego dos demais moradores.
33 - Evitar e seus auxiliares, do mesmo modo, fumar no horário de trabalho e em especial nas áreas comuns do prédio bem como na ocasião de atendimento às pessoas.
34 - Manter a rigorosa disciplina junto aos seus auxiliares de modo a evitar discussões estéreis e "bate-papo" no horário de trabalho e advertir àquele que assim proceder. Tais fatos se constituem em disciplina e assim serão tratados.
35 - Proibir rigorosamente a prática de jogos de qualquer natureza ou reunião de crianças, bem como de serviçais nas áreas comuns do edifício, nas garagens, e o uso de bicicletas, patins, carrinhos, etc.
36 - Não permitir o acesso de moradores ou pessoas estranhas ao prédio, nas dependências reservadas a equipamentos e instalações do edifício, tais como: casas de máquinas, bombas, depósito de lixo, compactadores, hidrantes, compartimentos de luz, gás, telefone, salvo ao atendimento de manutenção e consertos, isso mesmo com o conhecimento do Síndico ou para assistência regular, ligar e desligar telefones, fazer contagem de luz e gás, por pessoas credenciadas para isso.
37 - Não consentir mesmo por parte de seus subordinados a guarda de material ou outros objetos inflamáveis, explosivos, corrosivos, etc., nos compartimentos e instalações do prédio e que é terminantemente proibido.
38 - Fiscalizar e recomendar aos subordinados por constituir falta grave dos moradores, jogar cigarros acesos, cascas de frutas, lixo ou qualquer objeto nas partes comuns do prédio, bem assim nas áreas internas e externas e mesmo no pátio do edifício, registrando e comunicando ao Síndico tais abusos, se possível, informando o nome ou nomes dos infratores.
39 - Não aceitar e nem consentir aos seus subordinados a guarda de qualquer chaves dos moradores, bem como de seus automóveis a não ser com o consentimento prévio do Síndico.
40 - Cumprir e fazer cumprir por seus subordinados rigorosamente a escala de trabalho, bem assim, o período destinado ao almoço, e as folgas semanais, de modo a não prejudicar as tarefas a que são obrigados a cumprir.

41 - Não esquecer os períodos destinados a limpeza das caixas d'água, das cisternas, piscinas e demais providências de atendimento de caráter periódico da manutenção dos diversos instrumentos instalados no prédio.
42- Enfim, fiscalizar a limpeza, correr o prédio de cima para baixo pelo menos duas vezes por dia, tomar todas as providências para o perfeito e regular funcionamento do prédio.
43 - Finalmente, cabe ao Chefe da Portaria a responsabilidade de não deixar faltar o material necessário à conservação e a limpeza do prédio, de modo a não haver desculpas de seus subordinados em face de suas tarefas e que são necessariamente os seguintes utensílios:

a) mangueiras; b) chaves de fendas; c) fusíveis; d) alicates; e) martelo; f) chave de grifa; g) escada; h) vassouras; i) rodos; j) escovão; I) baldes; m) lanterna; n) enceradeiras; o) aspirador; p) lâmpadas; q) álcool; r) sapólio; s) sabão de coco t) detergentes; u) desinfetantes; v) sacos e depósitos para retirada do lixo; x) estopas; z) outros materiais, como: cera, óleo para madeira, palha de aço, reatores, etc., de modo a atender qualquer eventualidade de funcionamento regular do prédio.

Obs.: ALGUNS ITENS NÃO SE ADEQUAM A TODOS OS CONDOMÍNIOS
Fonte:http://www.donew.com.br

4 de ago de 2013

COSTA HOLLYWOOD EM MIAMI INOVA AO TRAZER LUXO DE LOJAS DE MARCA PARA DENTRO DO CONDOMÍNIO

Solução oferece segurança e lazer para brasileiros que comprarem unidades nesse empreendimento de altíssimo padrão

O primeiro condomínio em estilo resort do Sul da Flórida, o Costa Hollywood Condo Resort, irá atrair os brasileiros mais exigentes. Além de o local ter fácil acesso para o que há de melhor de entretenimento e atrações em Miami, incluindo The Village at Gulfstream Park, Seminole Hard Rock Hotel & Casino, as luxuosas lojas de Bal Harbour, Aventura Mall e da animada vida noturna do sul de Miami Beach, o Costa Hollywood terá um complexo comercial com 10 boutiques exclusivas.

Com toque de elegância e estilo, o Costa Hollywood reservou mais de 30 mil metros quadrados para instalar seu centro de varejo high-end, onde as marcas poderão realizar vendas exclusivas, promoções especiais e apresentar coleções diferenciadas. Os moradores poderão provar a experiência de realizar compras ao ar livre com conforto e comodidade sem sair do village.

O Costa Hollywood Condo Resort é um empreendimento de alto-luxo onde moradia, lazer, conveniência, segurança e infraestrutura altamente qualificada que está localizado em a 20 minutos de Miami. Com investimento inicial de US$ 220.000 a US$ 800.000 é possível adquirir estúdios ou apartamentos, que tem terraços de vidros com vistas impecáveis para o mar e para a costa de Hollywood Beach, no maior e mais inusitado condomínio da região sem precisar sair do Brasil.

O comprador brasileiro terá um atendimento personalizado no idioma português, por e-mail ou telefone, que irá tratar de todos os trâmites para buscar um financiamento em bancos americanos.  A documentação será enviada por correio que poderá ser assinada e retirada no Consulado Americano da região, sem precisar ter gastos com viagem até aos Estados Unidos para fechar o contrato.

Desenvolvido pelo Hamed Rodriguez — conhecido por seus serviços de arquitetura de luxo, Logitech Construction Company — líder em construção criativa e eficiente na região, juntamente com Paula Villabonna, como diretora do projeto, arquiteta e consultora de design de interiores de destaque, o Costa Hollywood terá um charme irresistível do novo e do fora do comum.
Fonte:http://www.segs.com.br