29 de abr de 2012

Cuidado: a vizinhança pode desvalorizar seu condomínio

Viver em condomínios é a principal opção de quem é assolado pelas demandas urgentes da vida moderna. Nos condomínios, se tem a segurança de contar com os serviços de portaria e vigilância, a facilidade proporcionada por jardineiros e portões eletrônicos, e, principalmente, o conforto gerado por todas estas mordomias. E se, do portão para dentro, tudo lhe agradou na hora de comprar ou alugar, ótimo, mas continue atento. Além dos limites do condomínio é que mora o perigo.

As características da vizinhança devem ser decisivas antes de fechar um negócio, para evitar o risco de dores de cabeça e arrependimentos. A presença de estabelecimentos comerciais e de serviços públicos pode valorizar ou desvalorizar o condomínio, dependendo da proximidade. Quase todo mundo quer morar próximo ao ponto de ônibus, mas ninguém quer um em frente à janela de seu quarto.

Pesquisas do mercado imobiliário apontam que a desvalorização do imóvel – e isto inclui preço para locação e venda – pode chegar a 20%, dependendo dos vizinhos. Escolas, universidades, bares, casas noturnas, delegacias de polícia, prontos-socorros, pontos de ônibus, feiras livres, igrejas, templos religiosos, ginásios poliesportivos, funilarias e oficinas mecânicas são os principais responsáveis por esta queda nos preços. O ruído e o trânsito gerados, neste caso, justificam o desinteresse por morar em um condomínio próximo a um destes pontos. E esta indiferença pode obrigar o proprietário a baixar os preços.

Por outro lado, a proximidade com estações de metrô pode valorizar unidades habitacionais a um raio de até um quilômetro de distância. Em geral, quando estão muito próximos, equipamentos urbanos e serviços públicos geram desconforto e desvalorização. Se estas facilidades ficam próximas, mas não estão coladas ao condomínio, o efeito é inversamente proporcional.

Em bairros com condomínios de alto padrão, até mesmo a existência de uma via comercial pode significar desvalorização dos imóveis e baixa no interesse. Moradores de imóveis de alto padrão e mais sofisticados em geral prezam pelo silêncio e pela privacidade. E, neste sentido, rejeitam a presença de unidades comerciais e do consequente fluxo de veículos e pessoas que elas trazem ao bairro. Não por acaso, a escolha deste público acaba recaindo sobre condomínios residenciais fechados, em que há controle de acesso por portarias. E, por conta disso, tranquilidade.

Nos limites do condomínio
Não só a vizinhança pode ser decisiva para quem quer morar em um condomínio – a infraestrutura de lazer do prédio e o perfil dos moradores podem influir na decisão. Em geral, idosos preferem não ter suas janelas voltadas para o playground, onde as crianças pequenas de outros casais se divertem pela manhã, à noite e em qualquer dia da semana. O raciocínio lógico é: “Se não vou utilizar o parquinho, por que pagar por ele?”.

O mesmo vale para a piscina, a churrasqueira. Quem não gosta de receber amigos para um churrasco ou não liga para a piscina (acreditem, existe gente assim!) pode preferir um condomínio sem estas melhorias e que, consequentemente, terá custo de manutenção mais baixo.
Fonte:licitamais.com.br

28 de abr de 2012

A atual tendência do mercado imobiliário é o condomínio mixed-use

Brasília foi inaugurada há 52 anos. Pessoas de diferentes localidades do Brasil vieram para a nova capital, conhecida por ser a cidade que recebeu o povo brasileiro e o acolheu. Esses “visitantes permanentes” procuravam apartamentos com o simples objetivo de ter onde morar. “Os primeiros prédios eram de apartamentos voltados para quem fundaria a cidade. O luxo almejado era colocar o carro na garagem e estar bem localizado, ou seja, morar perto do trabalho”, explica Ana Sobrinho, corretora da incorporadora Century 21 Capital.

Os apartamentos das quadras antigas da Asa Sul enquadram-se nesse padrão. Alguns têm garagem, outros não; alguns têm elevador, outros não. Com quartos menores e sem área de lazer privativa, esses imóveis satisfaziam a demanda do cliente. Em contrapartida, os prédios atuais chamam a atenção pela mudança na estrutura e na quantidade de itens de lazer. Carlos Eduardo Fernandes, superintendente de incorporações da Brookfield, conta como se deu essa evolução. “Antigamente, as pessoas migravam do interior para morar nas grandes cidades. Procuravam habitações e só valorizavam a planta e a localização por causa do déficit no transporte público”, avalia Fernandes. Quanto ao lazer, havia os grandes clubes. Porém, com a vida mais corrida e ocupada, a população passou a querer o que o centro de lazer público ofertava. E há lugar melhor senão no próprio condomínio?

Fernando Oliveira, diretor comercial da Imobiliária Coelho da Fonseca, acredita que essa evolução se deu, também, pela concorrência e aumento da oferta, além da necessidade de praticidade da sociedade. “Cada dia que passa nos sobra menos tempo. Se pudermos concentrar nossos afazeres em um único lugar, melhor”, acrescenta.

Construtoras de todo o País aderiram ao pedido dos clientes e sofisticaram os empreendimentos, formando os chamados condomínios-clube. Outro motivo para essa adaptação foi a saturação de espaço disponível para construir no centro da cidade. “Hoje, em um condomínio, não basta apenas ter apartamentos. Os clientes sempre querem algo a mais: segurança, modernidade, conforto e lazer para toda a família. São itens de lazer e diversão que se tornaram comuns na maioria desses condomínios residenciais, que têm, em suma, vantagens e diferenciais”, completa.
Esse tipo de condomínio ainda está em vigor no mercado imobiliário, mas surgiram os condomínios mistos: residenciais com lavanderia, limpeza, restaurante, bar... são itens que facilitam a vida dos moradores, em sua maioria jovens e executivos, e não somente as famílias de outrora.

Residências e serviços
A atual tendência do mercado imobiliário é o condomínio mixed-use, o qual mistura edifícios residenciais, comerciais e de serviços. O primeiro condomínio desse tipo foi lançado em Águas Claras, pela Brookfield, chamado DF Century Plaza. É um conceito interessante, pois, além de reunir em um único local moradia, agrega também serviços, lazer e comércio. O morador pode, por exemplo, ir ao dentista, ao nutricionista, ao médico, entre outros profissionais, no mesmo empreendimento.

Essa nova forma de condomínio depende de serviços terceirizados e isso nem sempre funciona da melhor maneira. O modo mais funcional de concebê-lo é uni-lo aos condomínios-clube, tornando as áreas que os constituem interdependentes. “A melhor vantagem dessa tendência é que a comunidade possa usufruir desses serviços também”, opina o superintendente de incorporações da Brookfield.
Fonte:http://coletivo.maiscomunidade.com

27 de abr de 2012

Caixa não poderá mais escolher administradora de condomínio

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação contra a Caixa Econômica Federal (CEF) para que esta retire cláusulas abusivas de seus manuais normativos relativos ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR). As normas preveem que o banco é responsável por escolher a empresa que fará a administração condominial dos empreendimentos do PAR, bem como, por escolher o síndico e por estabelecer a convenção condominial.

Para o procurador da República Rômulo Almeida, responsável pela ação, esta prática configura venda casada e imposição de desvantagem excessiva aos consumidores, com evidente desequilíbrio à relação contratual, uma vez que, ao adquirirem um imóvel, aqueles são obrigados a aceitar a prestação do serviço de administração do condomínio que não escolheram. No processo, o MPF pede que a decisão judicial tenha abrangência em todo o território nacional.

A norma da Caixa Econômica Federal prevê que, enquanto o Fundo de Arrendamento (FAR) detiver 2/3 das unidades residenciais do condomínio, o síndico será obrigatoriamente pessoa jurídica indicada e contratada pelo banco. Entretanto, as custas desse serviço devem ser arcadas pelos moradores, inclusive, os arrendatários. Além disso, o próprio banco impõe uma convenção condominial padrão, que deve ser observada por todos, mas que não pode ser alterada pelos moradores.

Para o procurador Rômulo Almeida, esta normatização da CEF desconsidera conceitos e normas da legislação consumerista e civil e simplesmente “retira” os arrendatários da condição de condôminos, mesmo sendo estes detentores de um direito real de aquisição.

O caso chegou ao conhecimento do MPF através de uma representação de um morador do condomínio Residencial Lagoa Doce, localizado em Aracaju (SE) que atualmente tem por síndica a empresa AC Empreendimentos, também ré na ação. Neste contrato, a Caixa repassou para a empresa inclusive a fixação unilateral do valor das taxas mensais a serem pagas por todos os condôminos, valor esse, que influencia diretamente na remuneração devida à AC Empreendimentos.

No processo, o MPF também pretende que a Caixa e a AC Empreendimentos permitam que condôminos do Residencial Lagoa Doce sejam autorizados judicialmente a realizar alterações na convenção condominial daquele conjunto habitacional, elegerem síndico, bem como escolherem a empresa que irá administrar o condomínio. Ainda nos pedidos liminares, foi requerido que a Caixa suspenda essa norma em todo o território nacional, impedindo-se a assinatura de novos contratos e renovação dos atuais.
Fonte:Ascom/licitamais

24 de abr de 2012

Conheça as consequências para a inadimplência em taxa de condomínio

Advogada de Sorocaba (SP) explica que valor é obrigatório.
Inquilino que atrasa pode ser despejado.

Estar em dia com os compromissos mensais é um desafio para muita gente. Quando falamos em moradia principalmente. São contas de água, energia, telefone, IPTU, mas, também há outra taxa para muitos que fazem a opção de morar em condomínios fechados e apartamentos: A contribuição mensal do condomínio. Mas o que acontece caso este valor não seja pago?

A advogada Daniele Pavin de Sorocaba (SP) explica que são deveres dos condôminos contribuirem com esta despesa, segundo o artigo 1.336, I do Código Civil. Sejam elas destinadas aos reparos necessários, à realização de obras que interessam à estrutura integral da edificação ou ao serviço comum.

Em caso de não pagamento, ela explica que a forma para apuração da cobrança da taxa de condomínio foi alterada pelo Código Civil de 2002. Trouxe a possibilidade da convenção de condomínio fixar a contribuição para as despesas condominiais em valor que não seja proporcional à fração ideal.

“Esta alteração possibilita, por exemplo, a cobrança com base no número de pessoas que utilizam a unidade, ou no valor de mercado, onerando mais as unidades habitadas conforme esteja em andar mais alto, por exemplo,” reitera a advogada.

Combinando com o art. 1337 do Código Civil, é possível que se cobre multa correspondente ao quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, quando a inadimplência é frequente.

Condômino que não paga
Daniela explica ainda que condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios de um por cento ao mês e multa de até dois por centro sobre o débito. Além de sofrer uma ação judicial, onde será apurado todo o valor devido com juros, multas, custas processuais mais despesas com honorários advocatícios.

“Contudo, a ação judicial leva tempo, visto que será dada a ampla defesa ao condômino, que mesmo perdendo ação, ainda tem o direito de recorrer, ganhando mais tempo”, diz.

Uma vez o Tribunal mantendo a decisão do juiz, condenando o condômino pelos valores devidos, dá-se o prazo de 24 horas para o pagamento. "Mas isso quase nunca ocorre e restará ao condomínio pedir a penhora de bens, que pode ser o próprio imóvel", fala.

Sendo assim, será designado um perito para avaliação do imóvel e posterior leilão. A possibilidade do próprio imóvel ser objeto de penhora está no artigo 1.715 que o excluir de ser invocado como bem de família.

Vale ressaltar que o condômino sofre ação de cobrança e não pode ser despejado, caso seja proprietário do imóvel. Apenas sofrerá ação de despejo, quando for inquilino, podendo o locador mover tal ação para recuperar o bem.
Fonte:http://g1.globo.com

23 de abr de 2012

Plano de segurança: casas sem muros ou grades são mais seguras

Uma casa que não tem muros ou não tem grades, cria uma barreira psicológica que é mais efetiva do que a barreira física
Muros altos, cercas elétricas, vidros escuros, câmeras, alarmes e vigias. O que afinal garante a tranquilidade em nossas casas, em nossos prédios?
A dupla Rodrigo Pimentel e Diógenes Lucca está na rua para mais um Plano de Segurança.

“Eles entraram aqui em um sábado. Eles já foram entrando, perguntando onde estava o cofre, euro, dólar. E eu falando que nós não tínhamos. Eles começaram a recolher tudo que eles encontravam na residência, videogame, DVDs, joguinhos”, lembra a professora Luciane Keller.
Luciane mora em uma casa na zona leste de São Paulo, mas o medo que ela viveu não se restringe às mansões dos redutos mais ricos da cidade. Os arrastões a prédios, dos sofisticados aos mais modestos, se espalham pela capital, ganham o noticiário e assustam a população.
Quais são os pontos vulneráveis das residências, que acabam atraindo os criminosos? E como se prevenir, de maneira simples e eficaz? Os consultores Rodrigo Pimentel e Diógenes Lucca têm as dicas no quadro “Plano de Segurança”.

O que os arrastões revelam sobre o método dos bandidos? Analisamos os casos de roubos e arrastões em condomínios na cidade de SP em 2011 e começo de 2012 e chegamos a algumas conclusões.
Primeira conclusão: “Roubos e arrastões não ocorrem exclusivamente em prédios de alto luxo”, aponta Rodrigo Pimentel. “Nos prédios mais populares, os bandidos se utilizam da falta de estrutura para agir”, afirma Diógenes Lucca.
Edifícios sem câmeras de segurança ou porteiro 24 horas acabam se tornando alvos preferenciais dos assaltantes.

“O sistema de câmeras e de alarmes não serve só para depois que acontece um fato recuperar as imagens para ajudar a investigação da policia. Ele também serve como elemento dissuasivo, elemento de prevenção, porque o criminoso, quando passa e vê uma rua cheia de câmeras espalhadas, cheia de sensores, vai ficar menos motivado para fazer o assalto”, declara Diógenes Lucca. “Ele vai escolher o prédio sem câmera”, destaca Rodrigo Pimentel.
Nos prédios de alto padrão, duas estratégias de invasão se destacam. Primeira: os bandidos conseguem o controle remoto da garagem. “Essa opção do porteiro ter o controle de acesso é sempre mais segura, mais inteligente. Alguns condomínios com 110 apartamentos fornecem as chaves e os controles de acesso aos moradores. É um perigo”, afirma Rodrigo Pimentel.

Se um morador der falta do controle, todos os condôminos devem trocar as chaves de acesso.
Segunda estratégia: os ladrões se passam por entregadores ou prestadores de serviço. Nesse caso, a falha é humana e exige treinamento dos funcionários do edifício. “A primeira dica ao síndico é oriente, treine e fiscalize os seus porteiros e zeladores. Caso necessário, busque cursos nas polícias estaduais”, aposta Pimentel.
Dica ao porteiro: seja criterioso, exigente na identificação de todos os prestadores de serviços e também de visitantes

“Você não tem porque receber nenhum tipo de técnico, permitir o acesso na sua casa se não foi uma coisa solicitada por você”, diz Lucca. “Não pode se iludir com escada, com carro, com logomarca, com camisa, porque os bandidos têm isso tudo isso”, destaca Pimentel.

“A dica de ouro é receber o crachá, a identidade, e fazer a ligação para a empresa que você solicitou e confirmar se aquele sujeito é de fato o instalador”, declara Lucca.
Nossos consultores detectam outra característica comum aos casos analisados. Os criminosos preferem condomínios com uma só torre.

“Quando tem um condomínio com várias torres, é sempre menos atrativo para o criminoso do que um condomínio com uma ou duas torres”, afirma Lucca.”Mais do que isso, era inviável a logística do bandido para render tantos moradores”, comenta Pimentel.
E quando a própria arquitetura do prédio ou da residência facilita a ação dos bandidos? Será que a iluminação, o muro, as árvores, e até mesmo a posição que você deixa a lixeira na porta da sua casa podem contribuir para a segurança?
O comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, Roberson Bondaruk, ouviu 287 criminosos e escreveu um livro sobre o assunto. A nosso pedido, ele analisou imagens de construções em São Paulo e identificou os pontos mais vulneráveis.

“Os criminosos preferem sempre lugares mal iluminados. Para muitos delinquentes, no momento em que a luz se acende, ele não sabe se isso foi uma coisa que aconteceu automaticamente ou foi alguém que percebeu a sua presença e ligou uma luz”, declara o comandante-geral da PM do Paraná.
Sensores de presença ajudam a identificar a presença de pessoas próximas à portaria. O ideal é que as luzes apontem para a rua, e não para a casa. “Vai gerar um ofuscamento em quem tenta observar e vai fazer com que quem está dentro fique na sombra observando o que acontece na rua”, destaca Roberson Bondaruk.
Outra dica: lixeiras e caçambas devem ficar longe dos muros e grades. “A opção é afastar a caixa de lixo um pouquinho da sua calçada”, diz Pimentel. “Você não permitir que através dela se possa escalar ou transpor o muro ou a grade que ali está”, complementa Roberson.

O mesmo serve para árvores e arbustos. “Nós temos aqui uma arvore que cresce e permite uma escalada furtiva. Arbustos nunca mais de um metro de altura e galhos das árvores sempre podados acima de dois metros”, destaca o comandante da PM.
Será que erguer muros cada vez mais altos adianta para evitar assaltos? Nem sempre. Às vezes, esses recursos criam uma falsa sensação de segurança. Acabam oferecendo cobertura aos bandidos, em vez de afugentá-los. Foi o que aconteceu com a Luciene. Protegidos pelo muro alto, os ladrões passaram mais de duas horas na casa dela sem serem incomodados. Ninguém na rua, nenhum vizinho desconfiou de nada.

“O efeito fortaleza funciona ao contrario. Dá a impressão de que tem alguma coisa muito valiosa em seu interior”, comenta Roberson.
Casas sem muros ou grades são mais seguras. “Entre ter uma casa cercada por grades ou muros, a casa sem grades e nem muros acaba sendo mais segura. Uma casa que não tem muros, não tem grades cria essa barreira psicológica que é mais efetiva do que a barreira física. O que cria na cabeça do criminoso uma dúvida: será que tem um alarme, será que tem um sensor de movimento? Na dúvida, ele prefere assaltar outra casa”, aponta Roberson.

“A visibilidade é a melhor arma contra o crime. Tem um princípio que se chama vigilância natural”,
Proteção à prova de falhas é quase impossível, mas existem pequenas medidas que você pode tomar para reduzir o risco de assaltos. “Chegar em sua casa de forma segura é uma das coisas mais importantes. A primeira dica é dar uma olhada na redondeza para ver se não tem ninguém em atitude suspeita”, destaca Lucca.

“Cumpra as regras de segurança do seu condomínio”, afirma Pimentel.
Em caso de dúvida, chame a polícia no telefone 190. Observe os porteiros e os funcionários para ver se são pessoas conhecidas e, se por acaso, você sentir algo perigoso, não tenha dúvida, acione a polícia.
Fonte:http://www.jornaldeluzilandia.com.br

Os bairros mais cobiçados

Uma pesquisa exclusiva revela quais são as áreas mais valorizadas e mais desejadas em várias metrópoles brasileiras
Quando um morador de São Paulo se põe a explicar por que prefere o bairro da Vila Madalena ou da Vila Olímpia, raramente faz um julgamento objetivo. Em geral, a preferência revela mais sobre quem opina do que sobre a geografia da cidade. O mesmo ocorre quando um carioca discorre sobre as diferenças entre a Zona Sul e a Barra da Tijuca. Para quem conhece os códigos da cidade – o que cada bairro representa na mente e no coração dos moradores –, explicações desse tipo equivalem a um cartão de apresentação de quem fala.

Revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Essa relação com alguns pedaços charmosos da cidade não é privilégio de cariocas e paulistanos. À medida que a população se aglomera nos centros urbanos, como ocorre no mundo inteiro, o bairro – e não mais a cidade – torna-se a referência de identidade. “Numa grande cidade, ainda que na mesma faixa de renda, faz muita diferença morar num bairro ou em outro”, diz a economista Ana Carla Reis, da consultoria Garimpo de Soluções. “As pessoas com afinidades frequentam tão intensamente a mesma área que surge a sensação de que se está numa cidade pequena, mesmo vivendo numa metrópole.”

A localização do imóvel já é, isoladamente, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. Está à frente de itens tão fundamentais quanto área útil, planta, número de vagas ou segurança. Sabe-se também que os mais ricos se deslocam menos ao mudar de uma casa para outra. Eles costumam ir para lugares próximos de onde já moravam. Nas faixas de renda médias, quando se mudam, as famílias se deslocam por distâncias maiores. Elas deixam um bairro para trás e partem para outro, em busca de um novo estilo de vida.

Por todas essas razões, um mapa dos preços de imóveis nos principais bairros de um país revela bem mais que a mera dança entre oferta e procura. Ele mostra objetos do desejo do cidadão. O mais recente e completo mapa dos desejos do brasileiro aparece num estudo feito pela empresa de pesquisa imobiliária Lopes Inteligência de Mercado, publicado com exclusividade por ÉPOCA. O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011. A pesquisa usou o critério tradicional do preço por metro quadrado e também os preços totais dos apartamentos recém-lançados.

Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.
Mais informações: http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/04/os-bairros-mais-cobicados.html

Como combater o vandalismo em condomínios

Adolescentes são rebeldes por natureza, ainda mais quando se juntam. Em um condomínio não é diferente e atitudes que podem causar confusão não faltam. Saber como lidar com estas situações é sempre um grande desafio para os síndicos e os dilemas sobre o que fazer são muitos.

A rebeldia por parte dos adolescentes em um condomínio pode levar a varias situações, que vão desde casos mais simples como barulho em demasia, como outros mais graves como uso de drogas e atitudes de vandalismo. Porém, em todos os casos, um fato é considerado certo pelos especialistas: a primeira coisa a se fazer é conversar com os pais do adolescente e não com ele.

Para o advogado Daphnis Citti de Lauro, especialista em causas condominais, a primeira atitude a ser tomada pelo síndico é chamar os pais das crianças e adolescentes rebeldes para uma reunião, juntamente com o subsíndico e os membros do Conselho, para expor os acontecimentos e tomar as providências. “Não é interessante que o síndico participe dessa conversa desacompanhado do subsíndico e dos membros do conselho, porque os pais, que normalmente defendem seus filhos, poderão crer que se trata de implicância pessoal”, afirma.

Para a psicóloga Daniela Carvalho, é importante sempre a conscientização dos pais, já que muitas vezes o filho somente repete o comportamento dos próprios pais em suas atitudes. “Uma discussão com o vizinho, jogar lixo pela janela e outras possíveis atitudes dos pais podem contribuir para o não cumprimento das regras pelos filhos”, comenta.

Ameaça não
Em casos onde a rebeldia dos jovens passa do ponto e eles chegam a cometer ações de vandalismo como riscar carros na garagem, é importante que o síndico ou administradora tome cuidado para que nenhuma ameaça seja feita a estes jovens.

De acordo com o advogado Alexandre Augusto Ferreira Macedo Marques, do escritório especializado em causas condominiais Rachkorsky Advogados Associados, são graves as conseqüências de uma ameaça a um adolescente e, por isso, antes de qualquer atitude a melhor dica é buscar orientação do jurídico. Só assim as providências cabíveis, como advertência, notificação, representação legal e, até mesmo, acionamento do Conselho Tutelar para intervenção nos casos mais graves, podem ser tomadas.

“Vale lembrar sempre que, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e mesmo o Código Civil, as crianças e adolescentes não podem ser expostas a situações vexatórias, constrangedoras ou mesmo ofendidas, pois as consequências ao ofensor são graves”, afirma Marques.

Flagrado pela câmera
Apesar de visar a segurança do condomínio, a instalação das câmeras de segurança podem ser também vistas como uma espécie de desafio para os jovens. De acordo com a psicóloga Daniela Carvalho, especializada em psicologia organizacional, é importante existir uma conscientização de que as câmeras servem, primeiramente e fundamentalmente, para a segurança de todos e que o fato de inibir o comportamento intransigente seria uma consequencia.

Caso a ação do jovem riscando um carro tenha sido flagrada pelas câmeras de segurança do condomínio, há dois caminhos possíveis a serem tomados segundo Marques.

Um deles é deixar que a administradora ou departamento jurídico envie uma correspondência à unidade do adolescente, com a cópia das imagens do flagrante de desrespeito ao patrimônio alheio e apresente cópia da nota ou recibo do conserto do veículo. O síndico pode, ainda, entrar em contato após a correspondência com o responsável legal e combinar o pagamento. Se houver recusa, o síndico deve cobrar o dano judicialmente através do juizado especial (como pessoa física). Já se o caso for mais grave, pode, inclusive, multar a unidade por comportamento incompatível com as normas do condomínio e referendar a questão em assembleia subsequente.

Síndico Mirim
Uma saída para inibir situações de rebeldia de crianças e adolescentes no condomínio é envolver, cada vez mais, os jovens nos problemas do condomínio para que participem e também possam ser ouvidos. Para isso, de acordo com Marques, deve-se identificar um menor que se destaque entre os demais, como um líder natural entre aqueles mais agitados e nomeá-lo como um “síndico mirim”.

“Desta forma, ele terá poderes para constituir um conselho para ajudá-lo e delegar algumas tarefas como, por exemplo, vistoriar a quadra de esportes, salão de jogos, piscina e realizar reuniões que contribuam com sugestões de melhoria no condomínio”, aconselha. Desta forma, chamando-os à responsabilidade e à vida social do condomínio, passarão de agitadores a colaboradores. “Todos ganharão com isso, inclusive a massa condominial”, finaliza.

Também a favor da criação do síndico mirim, Daniela Carvalho ainda lembra que o fato de envolver os adolescentes em projetos e ações no condomínio, como reciclagem ou jardinagem, desenvolve neles o hábito de cuidar e, com isso, não ficam com tempo ocioso para pensar em destruir o patrimônio. “Desta forma eles passam a se sentir como proprietários e colaboradores, e não apenas um morador que deve seguir ordens”.

Quando nada funciona
De acordo com os especialistas, no caso de nenhuma ação surtir efeito e houver reincidência, o síndico deverá notificar os pais, com protocolo, e posteriormente, se não for atendido, aplicar multa, cuidando para que seja na forma prevista pela convenção do condomínio e pelo regulamento interno.

O advogado Daphnis Citti de Lauro acredita que essa precaução é importante pois, geralmente, as pessoas não pagam essas multas, que acabam tendo que ser cobradas em juízo. E, para que isso seja possível, é necessária a apresentação de provas fotográficas, testemunhais, entre outras.

Em casos mais graves, Alexandre Marques lembra ainda que pode ser convocada uma assembleia para discutir com os demais condôminos as medidas extras ou judiciais necessárias e mesmo policiais, no caso de tráfico de droga por menor em condomínio por exemplo. “Lembrando que a responsabilidade do síndico é objetiva (Artigo 1.348 C.C.), não dependendo dele a ‘vontade’ em adotar as providências, mas o dever de agir em defesa dos interesses da massa condominial que o constituiu para a função”, adverte.
Fonte:licitamais.com.br

20 de abr de 2012

Plano de Abandono de Edifícios em caso de incêndio

Nunca use o elevador para sair de um prédio onde há um incêndio.
O abandono de um edifício em chamas deve ser feito pelas escadas, com calma, sem afobamentos.
Se um incêndio ocorrer em seu escritório ou apartamento, saia imediatamente.
Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez.

Se você ficar preso em meio à fumaça, respire pelo nariz, em rápidas inalações.
Se possível, molhe um lenço e utilize-o como máscara improvisada.
Procure rastejar para a saída, pois o ar é sempre melhor junto ao chão .

Use as escadas - nunca o elevador. Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores.
Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo.
Se você ficar preso em uma sala cheia de fumaça, fique junto ao piso, onde o ar é sempre melhor. Se possível, fique perto de uma janela, de onde poderá chamar por socorro.

Toque a porta com sua mão. Se estiver quente, não abra. Se estiver fria, faça este teste: abra vagarosamente e fique atrás da porta.
Se sentir calor ou pressão vindo através da abertura, mantenha-a fechada.
Se você não puder sair, mantenha-se atrás de uma porta fechada. Qualquer porta serve como couraça.
Procure um lugar perto de janelas, e abra-as em cima e embaixo. Calor e fumaça devem sair por cima. Você poderá respirar pela abertura inferior.

Procure conhecer o equipamento de combate à incêndio para utilizá-lo com eficiência em caso de emergência.
Um prédio pode lhe dar várias opções de salvamento. Conheça-as previamente.
NÂO salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos.
Se houver pânico na saída principal, mantenha-se afastado da multidão. Procure outra saída.
Uma vez que você tenha conseguido escapar, NÃO RETORNE.
Ao constatar um princípio de incêndio, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros (fone 193).

Forneça informações precisas:
Nome correto do local onde está ocorrendo o incêndio.
Número do telefone de onde se está falando.
Nome completo de quem está falando.
Relato do que está acontecendo.
Em seguida, desligue o telefone e aguarde a chamada de confirmação do local.

Plano de Emergência
O condomínio de todo edifício comercial ou residencial deve ter um plano de emergência para abandono do prédio em caso de incêndio.
Converse com o síndico e com os seus colegas ou vizinhos sobre a elaboração do plano de emergência.
Reúna os que estiverem interessados, e mão à obra!
Peça orientação do Corpo de Bombeiros para elaborar o plano e estabelecer as tarefas de cada um numa situação de incêndio.

Um plano de emergência deve conter:
procedimentos do supervisor;
procedimentos da brigada de incêndio;
procedimentos dos ocupantes do prédio;
planta do edifício;
localização do equipamento de combate a incêndio;
localização das vias de fuga;
ponto de reunião fora do edifício.

Quando o plano estiver pronto, providencie:
comunicação do conteúdo do plano a todos os ocupantes do edifício;
sinalização das instalações (saídas, extintores, etc.);
treinamento de abandono do edifício;
um bombeiro poderá auxiliá-lo nesta tarefa.

como viver em condomínio

Como evitar assaltos em condomínios

O grande índice de violência nas áreas urbanas brasileiras nos últimos
anos levou parte da população a optar por viver em condomínios
residenciais. E a segurança é o principal motivo. Infelizmente,
nem os condomínios estão conseguindo resistir à onda de assaltos
e furtos em todo Brasil. Mesmo com todo o aparato de segurança,
os condomínios estão suscetíveis aos ataques de bandos organizados.
Resta questionar: como é possível proteger o condomínio
e os seus moradores de ações criminosas?

A primeira coisa é entender como estes assaltos acontecem.
Os bandidos costumam observar o funcionamento do condomínio
que pretendem roubar muitos dias antes de realizar a ação.
Na maioria das vezes, entram no prédio pela garagem,
via clonagem do controle remoto, atrás de algum carro ou rendendo
um morador.

Quando os assaltantes não entram pela garagem,
sua alternativa mais constante é a própria porta da frente:
de “carona” com algum morador ou aplicando golpes como
o do falso carteiro, falso corretor, falso policial, falso medidor de gás,
entre outros.

Por isso a portaria do condomínio deve ser o centro das atenções
quando a questão é segurança.  Muitos assaltos podem ser evitados
com o treinamento de porteiros por empresas especializadas,
que ensinam aos profissionais do condomínio determinadas lições
para identificar golpes e situações de risco.

O porteiro deve sempre desconfiar de prestadores de serviços
que chegam acompanhados. Antes de autorizar a entrada de qualquer
pessoa ao condomínio, o ideal é ligar sempre para a empresa prestadora
do serviço para confirmar a visita ao condomínio e identificar
o funcionário. São pequenas atitudes que evitam grandes riscos.

Porém, é importante que o condomínio forneça ferramentas
para que o porteiro possa colocar em prática as medidas de segurança
necessárias. Por exemplo, se o telefone da portaria estiver bloqueado
o porteiro não tem como fazer qualquer verificação.

A portaria nunca deve passar informações sobre moradores,
uma vez que estas informações se transformam em “ganchos”
para que os meliantes voltem e assaltem o condomínio.
Um exemplo é a placa de venda. O assaltante chega em determinado
horário e pergunta sobre a unidade que está a venda; dados do morador
ou do proprietário do imóvel. E no turno seguinte, após a mudança
do porteiro, usa essas informações para entrar no condomínio
e iniciar a ação criminosa.

Outro fator importante é o investimento em ferramentas de segurança
e medidas preventivas. A segurança é uma soma de fatores que inclui
desde barreiras físicas e treinamento de funcionários até a cooperação
dos moradores. É essencial a instalação de portões duplos nas entradas
de pedestres e automóveis, insulfilme nas guaritas e câmeras
nos ambientes.

Um dado alarmante é que 90% dos assaltos em condomínios
são realizados por bandidos que não têm um prédio certo;
ou seja, estão sempre em busca de condomínios vulneráveis.
Normalmente, os bandidos não estão atrás de um morador especifico,
mas, sim, de oportunidades. Conclui-se, assim, que quanto mais protegido
for o condomínio, menos atraente ele será para os criminosos.

Outro ponto importante a discutir é a responsabilidade do condomínio
em caso de assalto ou outra ação criminosa. O Poder Judiciário
tem reiteradamente decidido que o condomínio não é responsável
por estes roubos, salvo se ficar comprovada falha na ação dos funcionários
ou se o condomínio oferecer segurança, o que precisa estar previamente
descrito em convenção. A melhor saída, então, é o trabalho em conjunto
entre administradoras de condomínios, funcionários e moradores
para evitar ser o próximo alvo da onda de violência.

Texto de Rodrigo Karpat
Advogado imobiliário, consultor em condomínios e sócio do escritório
Karpat Sociedade de Advogados.
Fonte:http://sortimentos.com

Boas dicas para condôminos conhecerem melhor seu condomínio

Área Privativa: É a unidade de cada proprietário incluindo a vaga de garagem.
Áreas Comuns: São utilizadas por todos os moradores, como playground, jardins, elevadores,
corredores, portaria, hall de entrada, hall dos andares, salão de festas, churrasqueira, piscina,
etc.
Fração Ideal: Parte indivisível e indeterminável das áreas comuns e de terreno, proporcional à
unidade autônoma de cada condômino. Nos casos de condomínios que apresentem unidades
autônomas com área útil diferente, os proprietários dos apartamentos ou casas maiores podem
possuir frações ideais diferentes. É de acordo com essa fração ideal que são estipulados seus
deveres (como o valor do condomínio) e seus direitos (maior representatividade nas votações).
Síndico: Gerencia os interesses e negócios do condomínio e pode ou não ser morador do
condomínio. Mandato de até 2 anos com direito à reeleição. Eleito de acordo com a Convenção.
Obrigações do Síndico: Cumprir e fazer cumprir a convenção e o Regulamento Interno, exercer
a administração interna, prestar contas aos condôminos em Assembléias, guardar por 5 anos a
documentação do Condomínio, impor multas previstas por Lei.
Subsíndico: Substitui o síndico na sua ausência. Eleição prevista em Convenção.
Conselho Consultivo: Composto por três condôminos; sua função é assessorar o síndico na
solução dos problemas do condomínio. Mandato de no máximo 2 anos com direito à reeleição.
Destituição: A destituição do síndico, subsíndico ou membros do conselho, só poderá ser feita
por meio de assembléia geral, cujo quorum deve ser determinado pela convenção, ou no caso
de não haver previsão na convenção condominial, o síndico, subsíndico ou membros do
conselho poderão ser destituídos pelo voto de dois terços dos presentes em assembléia geral,
especialmente convocada para esse fim.
Convenção: Conjunto de normas do condomínio que constituem a sua lei interna. Deve ser
elaborada de acordo com as normas legais, por escrito e aprovada em assembléia por
proprietários que representem, no mínimo, 2/3 das frações ideais.
Depois de registrada no Cartório de Registro de Imóveis competente, deve ser obedecida por
todos os moradores, não podendo, contudo, ser contrária à legislação em vigor e qualquer
alteração deve ser registrada em Cartório de Registro de Imóveis.
Deve conter, dentre outras, as seguintes normas:
- forma de escolha do síndico, subsíndico e do conselho consultivo;
- definição das funções e das regras de utilização das áreas e serviços comuns;
- discriminação da forma e proporção dos pagamentos de despesas ordinárias e
extraordinárias;
- forma e quorum mínimo necessários para alteração da convenção e do regimento interno.
- definição das funções do conselho consultivo.
- atribuições do síndico e a definição se seu trabalho será ou não remunerado;
- modo e prazo de convocação das assembléias, bem como o quorum mínimo exigido;
- discriminação e especificações das áreas comuns e privativas;
- forma de contribuição para constituição do fundo de reserva, parcela paga pelos proprietários
destinada a cobrir gastos não previstos;
Regimento ou Regulamento Interno: Regras que regulam a conduta dos condôminos
(proprietários, locatários, ocupantes das unidades). Pode constar do próprio texto da convenção
ou ter um texto próprio que deve ser aprovado em Assembléia Geral.
Principais Itens do Regimento e da convenção Interna:
Animais: A permissão ou proibição de animais de estimação no condomínio deve estar prevista
na convenção ou no regulamento interno.
Construções e obras: Reformas ou alterações nas áreas internas privativas são permitidas,
desde que estejam dentro do estabelecido em legislação específica para edificação, convenção,
não comprometam a estrutura do edifício nem prejudiquem os outros moradores. As áreas de
uso comum não podem ser alteradas salvo aprovação de todos os condôminos.
Fachada: A legislação de condomínio proíbe qualquer alteração que modifique a fachada do
prédio, salvo se for obtida autorização de todos os condôminos.
Os infratores estão sujeitos a uma multa prevista na convenção e podem ser obrigados a
desfazer a alteração. A instalação de grades ou redes protetoras não constitui alteração de
fachada, pois visa a segurança, especialmente de crianças.
Garagem: A utilização de garagem em espaço de uso comum pelos moradores pode ocasionar
atritos. Por isso, convém que a convenção estipule regras, como:
- identificação para entrada do veículo (selos, cartões, chaves de acionamento, zelador, etc.);
- demarcação da vaga (fixa, por chegada, por rodízio ou sorteio);
- a definição de vagas pelo tamanho do veículo;
- necessidade de manobras (pelo morador ou funcionário do condomínio);
- responsabilidade sobre furtos e danos;
- permissão ou não de lavagem de carros na garagem;
- possibilidade ou não de locação de vagas para terceiros, estranhos ao condomínio;
- utilização da garagem por visitantes;
- normas de segurança (sinalização, iluminação, extintores, demarcação etc.);
- forma jurídica da garagem, se área privativa ou comum.
Horário: A convenção, o regimento interno ou as assembléias, em função da conveniência da
maioria dos condôminos, determinam os horários para realização de mudanças, uso do salão de
festas e de jogos, do playground, da piscina, do fechamento das portas de acesso, de uso da
garagem, etc. Nem síndico, administradora ou condômino, podem determinar, unilateralmente,
os horários.
Piscina: As regras para a utilização da piscina, como horário e época de funcionamento,
exame médico, uso por visitantes, contratação de pessoal para segurança e manutenção são
itens que devem ser regulados pela convenção ou regimento interno.
Salão de festas: O uso do salão deve ser previsto na convenção ou no regimento interno, no
que diz respeito a forma de sua utilização (custo, limpeza, horário, equipamentos etc.).
Assembléia: Reunião onde os moradores tomam decisões a respeito do condomínio, e desde
que não contrariem as leis em vigor, tornam-se as regras do condomínio obrigatórias para
moradores e visitantes e só podem ser anuladas judicialmente ou por deliberação em outra
assembléia.
Assembléia Geral Extraordinária (AGE): Realizada sempre que os interesses do
condomínio exigirem; é convocada pelo síndico ou por no mínimo ¼ dos condôminos.
Geralmente as deliberações são aprovadas pela maioria dos presentes, com direito a voto.
Assembléia Geral Ordinária (AGO): Realizada uma vez por ano e tem como principal
finalidade a aprovação de verbas para as despesas de condomínio do próximo exercício, bem
como aprovar e apresentar a prestação de contas do exercício que se encerrou.
Assembléia Geral Especial: Realizada em casos especiais definidos em lei, como
na ocorrência de sinistro total ou que destrua mais de 2/3 da edificação;
ou para decisão sobre demolição e reconstrução da edificação ou ainda sobre a alienação do
imóvel, quer por motivos urbanísticos, arquitetônicos, quer em decorrência de condenação da
edificação em virtude de insegurança ou insalubridade.
Procuração: Documento pelo qual uma pessoa transfere poderes para outra, para, em seu
nome, praticar atos ou administrar interesses. Pode ser feita por instrumento público (cartório)
ou particular. Com esse instrumento, o locatário pode participar das assembléias em nome do
locador. Caso o proprietário do imóvel não compareça às assembléias, o inquilino, mesmo sem
procuração, poderá votar questões envolvendo despesas ordinárias de condomínio.
Quorum: Número legal mínimo de condôminos que devem estar presentes para a realização
das assembléias, para que tenham validade.
Quorum para deliberação das assembléias gerais ordinárias: Maioria simples dos
presentes com direito a voto, salvo estipulação diversa em convenção.
Quorum para aprovação da convenção: Votos dos proprietários que representem, no
mínimo, 2/3 das frações ideais que compõem o condomínio.
Quorum para alteração da convenção: Votos de condôminos que representem no mínimo
2/3 do total das frações ideais, salvo a estipulação diversa em convenção.
Quorum para deliberação sobre reconstrução ou venda do terreno ou materiais, em
virtude de sinistro total ou que destruiu mais de 2/3 da edificação: Mínimo de votos
que representem a metade mais um das frações ideais de terreno (Art. 14 da Lei 4.591/64).
Quorum para deliberação sobre demolição e reconstrução do prédio ou alienação em
virtude de insegurança, insalubridade, motivos urbanísticos ou arquitetônicos:
Condôminos que representem pelo menos 2/3 do total de unidades isoladas e frações ideais
correspondentes a 80% do terreno e coisas comuns (Art. 17 da Lei 4.591/64).
Quorum para convocação de assembléia geral extraordinária: No mínimo, ¼ dos
condôminos.
Quorum para destituição do síndico: 2/3 dos condôminos presentes e que tenham votos
proporcionais às frações ideais de terreno e partes comuns, salvo estipulação diversa em
convenção.
Quorum para os casos de alienação, concessão a terceiros de parte de uso comum,
alteração do destino de parte do terreno ou coisa de uso comum: Totalidade de votos
representativos do condomínio.
Despesas e Pagamentos: Todas as despesas e receitas devem ser demonstradas por meio
de um balancete contábil aprovado pelo Conselho Consultivo. A forma de arrecadação é
determinada por assembléia em função dos custos apurados ou previstos.
Despesas Ordinárias: São despesas com limpeza, conta de luz das áreas comuns,
manutenção de elevadores, conta de água, pequenos reparos, salários e encargos dos
funcionários, parcela de seguro contra incêndio do prédio. Essas despesas são pagas pelo
morador da unidade, seja ele proprietário ou inquilino (Art. 23 da Lei. 8.245 de 18/10/91 –
Nova Lei do Inquilinato).
Despesas Extraordinárias: São despesas com obras do edifício, iluminação, pintura do
prédio, fachada, esquadrias externas, instalação de equipamentos de segurança e lazer,
decoração e paisagismo nas partes de uso comum, constituição de fundo de reserva e
indenizações ocorridas em data anterior à do início de eventual locação contratada, onde as
despesas cabem, exclusivamente, ao proprietário da unidade, e não ao inquilino (Art. 22 da Lei
8.245/ 91).
Dicas para diminuir despesas: A seguir, algumas dicas da Fundação Procon de São Paulo
para administradores, síndicos, proprietários ou inquilinos de um condomínio:
- Utilização racional da água, evitando desperdícios e vazamentos. Limpeza das caixas d’água
regularmente e tratamento da água das piscinas. Cadastramento da edificação por unidade
familiar na Sabesp.
- Vistoria periodica da parte elétrica, hidráulica da edificação e de gás.
- Verificação do cumprimento das normas municipais e estaduais quanto à segurança da
edificação (extintores, seguros, sinalização, elevadores etc.).
- Pesquisas de preços na aquisição de produtos, principalmente de limpeza, e sua guarda em
local seguro; controle de entrada e retirada, evitando, furtos, desvios ou desperdícios.
- Análise dos contratos de prestação de serviços que forem assinados em nome do condomínio.
- Exigência de emissão de notas fiscais ou recibos em nome do condomínio, quando da compra
de materiais e execução de serviços.
- Manutenção atualizada e em local seguro dos livros contábeis, notas fiscais e recibos que
comprovem pagamentos.
- Programação e realização de campanhas educativas (material reciclado, limpeza, fumo,
drogas, bebidas etc.).
- Evitar atraso no pagamento das contas, que acarretam multas e aborrecimentos.
Normas de Segurança: Existe uma série de exigências legais, principalmente municipais, no
que diz respeito às normas de higiene e segurança e que quando não cumpridas, implicam
desde punições até interdição do edifício. Por envolverem questões de segurança, devem ser
observadas as exigências quanto a:
- condições de instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias e de gás;
- sistema de pára-raios; limpeza caixa d’àgua;
- acondicionamento, recolhimento e depósito de lixo;
- extintores, porta corta-fogo, saídas de emergência e elevadores;
Seguro de Incêndio: Conforme Artigo 13 da Lei 4.591/64 que obriga a contratação de seguro
para as unidades autônomas e as áreas comuns. É uma despesa ordinária. No caso de imóveis
financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), esse seguro já vem incluso no boleto
de pagamento das prestações; por isso é necessário que antes da contratação do seguro, o
proprietário que esteja vinculado ao SFH comunique ao síndico por escrito, evitando pagá-lo em
dobro.
Furto em condomínio: Nos casos que envolvem furto, roubo, quebra de vidros, etc., o seguro
é opcional. A atribuição de responsabilidades deverá ser prevista em convenção e em contratos
firmados com empresas de prestação de serviços ou de vigilância.
Geralmente, quando a chave do carro é deixada em quadro de chaves, com o garagista, ou
zelador para manobras, na ocorrência de furto ou avaria do veículo a responsabilidade é do
condomínio.
Fonte: http://www.gruposk.com.br/

19 de abr de 2012

Cuidados ao usar o elevador

O que não fazer ao usar o elevador

Existem alguns cuidados que você deve tomar ao usar o elevador, independente do equipamento ser novo, passar frequentemente por manutenção ou estar sob os cuidados de um zelador. A abertura e o fechamento das portas é o momento que requer mais atenção.

Por exemplo, quando as outras pessoas já embarcaram e você dá aquela corridinha para não perder a viagem, não interrompa o fechamento da porta com a mão. Caso não consiga utilizar o elevador naquele momento, o procedimento correto é chamá-lo novamente pelo botão e aguardar a sua chegada.

Também não é indicado segurar a porta além do tempo para o embarque e desembarque, pois essa atitude pode danificar o equipamento e deixar suas próximas viagens menos seguras. Mesmo com o elevador cheio, evite encostar e apoiar-se nas portas, isso pode causar problemas de funcionamento.

Para aqueles que têm animais de estimação, a dica é nunca deixe o animal, mesmo que preso a uma guia, entrar no elevador antes do dono. Em geral, as guias de passeio são muito finas e o sensor de presença da porta pode não identificá-las. Ou seja, a porta pode se fechar com você ainda para o lado de fora e o cachorro para dentro. Ou vice-versa.

O que fazer ao ficar preso no elevador

Uma queda de energia repentina pode deixar pessoas presas no elevador. Se algum dia você se encontrar nesta situação, nunca tente sair sozinho, pois isso coloca a sua vida em risco. Lembre-se que somente os técnicos de manutenção do equipamento, o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar podem fazer o resgate.

Sua primeira ação ao perceber que está preso no elevador deve ser usar o interfone para avisar a portaria sobre o problema, para que o porteiro ou responsável entre em contato com os técnicos de manutenção. Não aceite ajuda de pessoas que não sejam qualificadas para lidar com a situação.

Segundo a Atlas Schindler, empresa fabricante de elevadores, o ambiente interno dos equipamentos é seguro e não há risco de falta de ar. Para facilitar o socorro, o profissional do condomínio precisa identificar em qual andar o elevador está parado, chamar o técnico ou órgão responsável para realizar o resgate e verificar se a chave de abertura da porta está em um local seguro com acesso somente a pessoas autorizadas e capacitadas.

Em dias chuvosos, um procedimento de segurança ao usar o elevador é evitar entrar nos equipamentos com capas e guarda-chuvas encharcados. A água dos objetos deve ser escorrida antes de entrar na cabine. Em locais onde há risco de alagamento, o recomendado é parar o elevador em andares altos.

Você também pode ficar atento a alguns detalhes de funcionamento para saber se o elevador do seu prédio está precisando de manutenção ou necessita ser trocado. A formação de degraus entre a cabine e o pavimento e o excesso de trancos nas partidas e paradas não são bons sinais. Consulte também conselhos gerais para prevenir situações de risco em sua casa.

Fonte:http://bbel.uol.com.br

18 de abr de 2012

Condomínio ousado na Índia terá piscinas no lugar de varandas

Bombaim (Índia), também conhecida como Mumbai, é um retrato fiel da desigualdade socioeconômica do segundo país mais populoso do mundo: luxo e miséria convivem lado a lado.

Bem, o lado abastado da cidade indiana terá em breve um condomínio ousado, chamado de Aquaria Grande.
As duas torres de 37 andares terão piscinas no lugar das tradicionais varandas.
O complexo terá 200 apartamentos de luxo, três andares de estacionamento, academia de ginástica, piscina social e sauna.
O projeto é do arquiteto James Law, baseado em Hong Kong, e do grupo imobiliário indiano Wadhwa, reportou o "Daily Mail".


































Fonte:http://oglobo.globo.com/blogs

17 de abr de 2012

Condomínio: é melhor ter um quadro de funcionários próprio ou terceirizado?

Quando o assunto são as contas, vale tudo para reduzi-las. Para aqueles que vivem em prédios, a grande preocupação mensal é o condomínio, que, por sua vez, pesa principalmente por conta do pagamento dos funcionários. Nesse quesito, será que vale a pena considerar a contratação de uma empresa terceirizada?

Na avaliação do diretor de condomínios da Habitacional Administradora, Marcio Bagnato, há algumas vantagens e desvantagens ao contratar esse serviço. Se o condomínio opta por contratar seu quadro de funcionários, ele terá de arcar com um piso salarial e benefícios mais caros do que se houvesse contratado uma empresa terceirizada. Porém, o custo desse serviço acaba ofuscando essa diferença.

Na prática, por conta do custo que a terceirizada cobra pelo serviço, o piso menor que os funcionários recebem acaba não configurando vantagem financeira. Porém, um outro aspecto é vantajoso para o condomínio. Se o prédio não contratou uma empresa terceirizada, quando decidir demitir um funcionário, será obrigado a pagar tudo a que o trabalhador tem direito. Se estivesse tratando com uma terceirizada, esses custos não existiriam.

Além disso, contando com esse serviço, o condomínio não tem custo adicional quando um profissional entra em férias ou quanto não pode ir trabalhar, pois a terceirizada é obrigada a mandar outro profissional para substituir aquele que faltar por qualquer motivo.

Ações trabalhistas
Mas é preciso considerar que essas empresas não são necessariamente a resposta para todos os problemas dos condôminos. No caso de ações trabalhistas, por exemplo, o condomínio não se livra tão fácil. De acordo com a advogada trabalhista do escritório Ragazzi Advocacia e consultoria, Sandra Sinatora, se o trabalhador entra com uma ação contra a empresa terceirizada, o condomínio também é citado na ação e, caso a empresa seja condenada a pagar, mas não pagar, os custos sobram para o próprio condomínio.

Para evitar esse tipo de problema, porém, os condomínios devem tomar algumas providências antes de contratar o serviço. Sandra sugere que se faça uma pesquisa no site da Justiça do Trabalho - www.trtsp.jus.br. Acessando um link disponível no site, o interessado digita o CNPJ da empresa contratada e consulta as possíveis ações trabalhistas.

Quem você está contratando?
Para avaliar os processos, a especialista sugere olhar o tempo de existência da empresa e a quantidade de processos. “Uns 3 processos em 5 anos são aceitáveis”, diz Sandra. Logo, se a empresa consultada tiver 20 processos em tal período, é motivo de preocupação. “É muito importante saber quem você está contratando”, diz.

Vale também analisar os motivos dos processos. Há muitos profissionais que entram com pedidos absurdos. Como exemplo, Sandra cita as horas extras. É um pedido muito comum o profissional alegar que trabalhava mais do que o contratado e que não recebia horas extras. Porém, alguns alteram sensivelmente a verdade.

Na prática, se o profissional entra com uma ação alegando que trabalhava de segunda a segunda, sem horário para almoço e que entrava às 7h e saia à meia-noite, dá para ver que há algo errado. “Ninguém trabalha desta forma”, explica Sandra. Assim, você vai tentando identificar quais ações são procedentes e como a empresa que pretende contratar atua no mercado.

Se você identifica que as ações trabalhistas estão relacionadas a multas rescisórias, ou seja, que a empresa terceirizada não pagou os direitos do profissional demitido, já é bom ter cuidado com ela, pois, se ela fez uma vez, pode fazer de novo e ainda o seu condomínio pode ter de pagar.

Verificando
Depois dessa averiguação, Bagnato ainda sugere que o interessado peça referência com outros condomínios que contratam tal serviço. Além disso, deve perguntar constantemente aos funcionários se estão recebendo regularmente e se seus direitos estão sendo respeitados.

Após contratado o serviço, é preciso fiscalização contínua. Sandra explica que o condomínio tem de solicitar mensalmente os documentos que comprovem que os funcionários foram pagos. Deve solicitar ainda a relação dos empregados que trabalham no prédio. Isso é interessante, pois as empresas terceirizadas trabalham com um sistema rotativo.

Ou seja, um profissional trabalha como porteiro uma semana em um prédio, depois outra semana em outro e assim por diante. Quando eles entram na Justiça com alguma ação trabalhista, alguns simplesmente escolhem o prédio que acreditam ter melhores condições financeiras e o citam na ação.

Se o condomínio não tiver a relação dos profissionais que trabalharam no prédio, será difícil provar que o trabalhador não prestou serviço durante todo o mês.

De acordo com Bagnato, terceirizar serviço de funcionários no condomínio ainda não é regra, mas uma tendência. De todos os prédios com os quais a Habitacional Administradora trabalha, 68% optam por um quadro próprio de funcionários, 22% possuem um quadro misto, com zelador e faxineiros próprios e portaria terceirizada, e 10% trabalham com um quadro completamente terceirizado.

Fonte:http://economia.uol.com.br

15 de abr de 2012

EUA: condomínio resistiria ao fim do mundo

Moradias de luxo construídas em um silo para mísseis atraem americanos que temem o fim do mundo
Os moradores do Kansas (centro dos Estados Unidos) vão ter uma nova opção de moradia: um antigo silo (depósito de estrutura reforçada que armazenava mísseis) transformado em residência de luxo e capaz, segundo Larry Hall, seu promotor, de resistir ao final dos tempos.
Larry conseguiu convencer alguns compradores a investir em seu projeto. "Eles temem uma erupção solar, o agravamento da crise econômica, passando por pandemias, atos de terrorismo e falta de alimentos", enumera Hall.
Segundo Hall, as ameaças, sejam elas naturais ou causadas pelo homem, não param de aumentar. Depois de concluída sua readaptação, ele assegura que o antigo depósito de armamentos será um porto de conforto e de paz para seus moradores, que não vão mais precisar se preocupar com o caos reinante no exterior.

Larry Hall investiu US$ 4 milhões no local, incluindo os US$ 300 mil que desembolsou para a compra da estrutura que, no momento da transação, em 2008, estava inundada e fechada hermeticamente.
O silo, construído na época da Guerra Fria, é uma espécie de torre inversa que desce a 53 metros sob a terra. Suas paredes de cimento têm uma espessura de três metros que permitem ao prédio resistir a um ataque nuclear.

Dos 14 andares, Larry Hall adaptou a metade em apartamentos. Seu preço de compra não está, verdadeiramente, ao alcance de todos os bolsos: um andar inteiro custa US$ 2 milhões. Esse preço, no entanto, atraiu um jogador de futebol americano, um piloto de corrida de automóvel, um produtor de cinema e vários políticos que visitaram o local.
Até agora, Hall vendeu três apartamentos.

Fazenda subterrânea
Ele próprio tem a intenção de utilizar o apartamento como residência secundária, explicou, pondo em destaque uma outra atração de seu projeto: uma futura fazenda será instalada no silo, capaz de produzir legumes e peixes em quantidade suficiente para alimentar 70 pessoas.
Também estão previstos uma piscina, um cinema, uma biblioteca e um centro médico.
Para permitir aos moradores viver de forma autossuficiente, o antigo depósito será dotado de uma rede elétrica e, em caso de pane, de energia eólica e geradores. A água será armazenada em enormes reservatórios, após ter sido filtrada.

Segurança
Larry Hall também destaca o sistema de segurança do local. Uma cerca fechada por arame farpado será construída em volta da propriedade e câmeras de vigilância vão permitir aos moradores prevenir qualquer tentativa de intrusão.

"Se alguém tentar escalar a cerca, teremos os meios para neutralizá-lo", explicou.
No interior da construção, a calma é impressionante. "A sensação é de estar numa caixa de isolamento, não se ouve realmente nada", felicita-se Hall, levantando a cabeça para o teto, de três metros de altura.
Ele se prepara para dar o último retoque no apartamento de 167 m2 comprado por uma rica empresária que pensa viver aí com os dois filhos.

Quando ela olhar pela janela, poderá escolher programar uma tela de vídeo reproduzindo uma paisagem de florestas, ou uma vista de Paris, Nova York, e até de uma praia.
Fonte:Da AFP noticias@band.com.br

12 de abr de 2012

Segurança de executivos mais preparada

Com o aumento da criminalidade, muitas pessoas principalmente celebridades, executivos, empresários, etc, procuram se proteger com os meios que a segurança privada oferece, além de um carro blindado, residir em um condomínio fechado, alguns contratam e implantam um esquema de segurança pessoal "VIP". Segundo especialista em segurança pessoal Leo Botelho "hoje não é mais um luxo de pessoas ou empresas com elevado poder econômico, mas uma necessidade de todos os cidadãos comuns que vivem nesse país. Para começar, busquemos o sentido da palavra "segurança". Estamos falando de um conjunto de ações e sistemas (eletrônicos ou humanos) que integrados ao ambiente, ao operador e ao usuário, diminuem ou dificultam uma ação criminosa. Não se trata de uma arte simples.

Temos que entender que não existe 100% de segurança. Se algum profissional disser que você está integralmente seguro, certamente ele estará mentindo. "Essa é, aliás, uma ótima maneira de descobrir se alguém é realmente um profissional de segurança" conclui em seu artigo no Jornal da Segurança.

Como tudo evolui aquele profissional mal encarado, truculento e de pouca instrução tem ficado para trás. O verdadeiro homem de segurança tem que ser totalmente oposto aos itens citados. Qualificação é imprescindível ao agente de segurança pessoal, pois uma pessoa desqualificada em um meio que não é o seu, pode cometer erros graves podendo levar a acontecimentos catastróficos. Então, o modo mais fácil para se adquirir os conhecimentos necessários, dentre outros, é fazer cursos de qualificação e reciclagem periodicamente, sempre mantendo o padrão dentro das técnicas atuais.

Conhecida como segurança pessoal ou por muitos como segurança vip, é o ato de se proteger um dignitário, ou Vip (very important person ou pessoa muito importante), seja em casa, no trabalho, lazer ou qualquer local que se faça necessário, visando em primeiro lugar a integridade física do vip, até com o sacrifício da própria vida , pois o agente de segurança é pago para proteger o dignitário a qualquer custo.

Realizar a proteção do VIP é fundamental, pois nessa profissão um simples erro pode custar todo o esquema de segurança e o pior, custar a vida do protegido.

A seg. pessoal tem por objetivo proteger o executivo/dignitário contra riscos intencionais e não intencionais que possam afetar sua vida, integridade física, imagem e seu conforto nas situações de embarque, desembarque, deslocamento, no trabalho, lazer, em eventos e em sua residência, visando proteger o executivo.

Para aqueles que nunca utilizaram uma escolta, e pretendem contratar, fica a pergunta, como deve ser a segurança pessoal ? A prevenção sempre deve prevalecer, pois é a modalidade mais importante e eficaz no combate ao crime; deve ser executada com precisão e seriedade para diminuir ou colocar fora de risco a integridade física da autoridade. 24h por dia deve haver prevenção, em momento algum pode existir negligenciamento na segurança. Em situações que você achar que não há perigo de ser atacado, redobre as prevenções, assim não será surpreendido. Resumindo a missão da seg. Pessoal é executar medidas capazes de prevenir assaltos, atentados, emboscadas e seqüestros, zelar pela integridade física, proporcionar a tranqüilidade necessária e manter a ordem nos locais imediatos onde estejam os executivos e dignitários.

Destacamos que um dos problemas aqui no Brasil é referente a subestimar os criminosos, muitos executivos não possui nenhum tipo de segurança, muito menos procedimentos de segurança preventiva. Existe um "bloqueio psicológico no qual acham que nunca vai acontecer nada. Muitos só mudam o pensamento após algum fato como roubo/seqüestro acontece com algum familiar o mesmo.

Os executivos que são os integrantes da alta administração das empresas em geral (presidentes,superintendentes, diretores e gerentes) e os dignitários que são aqueles que exercem cargos elevados e que ocupam cargos eletivos na área pública (presidente da republica, governadores, senadores, deputados, etc) , ambos possuem no seu cotidiano a necessidade de tomarem providências reais e possíveis para a sua própria segurança e de seus familiares.

As atividades relacionadas com o trabalho destas pessoas por si só, já são estressantes, por isso, urge a necessidade de implantar a segurança pessoal que irá dar tranqüilidade, calma, sossego e paz. A missão segurança pessoal é proporcionar tudo isso. No livro " Segurança pessoal de executivos e dignitários do Coronel da reserva da PM/RS Luis Iponema ele define da seguinte maneira " Segurança pessoal são todas as medidas preventivas tomadas visando dar tranqüilidade a autoridade do executivo e do dignitário, em qualquer situação que estejam". Conclui o coronel.

Lembre-se: a prevenção é o maior obstáculo para as ações criminosas.

Fonte:http://www.administradores.com.br

10 de abr de 2012

Condomínios devem integrar arquitetura e segurança patrimonial

Muitos síndicos e moradores de condomínios já sabem que não adianta equipar o prédio com dispositivos eletrônicos de segurança sem, ao mesmo tempo, treinar funcionários e padronizar hábitos de moradores quanto ao recebimento de entregas e visitas, por exemplo. O que muitas vezes não se fala quando o tema é segurança patrimonial em condomínios é que a instalação de equipamentos de segurança precisa seguir um projeto orientado por consultores e ser integrada com o perfil arquitetônico do edifício.

A arquiteta e mestre em segurança patrimonial de edifícios pela Universidade de São Paulo (USP) Katia Beatris Rovaron Moreira comenta que na prática observa-se que as pessoas ainda não conhecem bem os consultores de segurança e acabam imitando os modelos de outros condomínios ou buscando orientação com os próprios instaladores.

"Também de maneira equivocada a segurança dos edifícios se apoia principalmente nos equipamentos eletrônicos, alguns compreendem que um grande arsenal tornará o edifício mais seguro, embora medidas simples e bem pensadas possam trazer muito mais segurança ao local. A prevenção é sempre a melhor solução, e ela é alcançada por meio de um planejamento equilibrado entre o projeto arquitetônico, segurança eletrônica e o controle operacional", ressalta a especialista.

Katia explica que o projeto arquitetônico e a segurança eletrônica deveriam ser sempre integrados ainda em projeto, pois assim o sistema como um todo se torna mais eficaz, possibilitando a diminuição de uso de equipamentos.

Omar Anauate, diretor de condomínio da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC), afirma que se o projeto arquitetônico do prédio não for pensado já levando em consideração a segurança do patrimônio pode acabar evidenciando pontos vulneráveis em um condomínio.

Ele cita que, de maneira geral, os pontos de maior preocupação são quase sempre com o perímetro da portaria e o da entrada e saída de veículos. Veja na próxima página as sugestões dos especialistas para a instalação de sistemas de segurança eficazes.
Katia Beatris Rovaron Moreira menciona que uma das medidas que a arquitetura deve tomar para abranger as necessidades de segurança do edifício é sempre privilegiar a vigilância natural."Isso significa permitir uma boa visibilidade para a movimentação que acontece do lado externo do edifício. Pode-se ter bons resultados prevendo as guaritas em locais onde se possa monitorar o acesso de pedestres e automóveis ao mesmo tempo", ressalta a arquiteta.

Outros elementos como o fechamento da parte frontal do edifício por meio de grades e vidros, por exemplo, auxiliam a vigilância e transparência. "No paisagismo recomenda-se utilizar vegetações baixas. A iluminação dos acessos e da calçada também é essencial para o auxílio da segurança", completa Kátia.

Para prédios cuja arquitetura não contempla essas especificações, uma reforma não é uma ideia ruim. O diretor de condomínio da AABIC esclarece que interferências arquitetônicas podem ser feitas com a aprovação da assembleia de moradores. "Se a convenção do condomínio não for clara em relação ao que pode ou não ser modificado, o síndico deve decidir em assembleia as alterações e a instalação dos equipamentos", destaca Omar Anauate.

Ele defende que as câmeras e alarme sejam instalados seguindo a orientação de profissionais de segurança. "Um profissional devidamente capacitado pode identificar pontos importantes que o síndico ou os moradores podem não notar. É importante contratar uma empresa de segurança especializada, sempre buscando referências e certificando-se de sua idoneidade", ressalta.

Estes especialistas realizam um trabalho fundamentado na análise de riscos para posteriormente recomendar quais medidas de segurança deverão ser implantadas no edifício, explica a arquiteta Katia. "Cada edifício possui suas particularidades tais como características de projeto, ruas e bairros onde estão implantados, normas internas, características do grupo de moradores e funcionários. O bom consultor leva em conta todos estes itens na hora da avaliação, para posteriormente traçar um plano de segurança para o edifício", menciona.
Fonte:http://bbel.uol.com.br

8 de abr de 2012

Condomínios ganham tempo no mundo virtual

A tecnologia é uma velha amiga dos síndicos e das empresas que administram condomínios, especialmente na área de segurança. A automatização de portões, portas, os comunicadores integrados, alarmes de todo o tipo, sistemas de monitoramento com câmeras, luzes automáticas e outras facilidades incrementaram os condomínios.

Hoje é a internet que oferece diversas ferramentas que facilitam a vida de quem precisa se comunicar rápido, de forma eficiente e com muita gente simultaneamente.
A internet é um espaço ilimitado de compartilhamento de informação e se transformou em um facilitador para os síndicos. Para o diretor de Condomínios do Sindicato da Habitação e dos Condomínios (Secovi), Marcelo Liberati, a facilidade em publicar online a ata de uma reunião, os boletos de condomínio, a prestação de contas, entre outras informações deixou a comunicação nos condomínios mais ágil e prática.

Entre as mudanças que se pode mencionar está a transparência no preenchimento da ata de assembléia. Antes as pessoas presentes elegiam um secretário e era ele quem redigia o texto. Normalmente a reunião terminava com um rascunho, depois é que a pessoa elaborava a versão final, mas sem a presença dos outros participantes o que aumentava a margem de erro.

"Hoje pode-se digitalizar os documentos e projetá-los para que todos vejam. A ata é escrita na hora (no computador) e pode ser impressa ali mesmo, o processo todo é muito transparente. E ainda há possibilidade de transmitir a assembléia ao vivo pela internet e quem não pode estar lá pessoalmente, pode acompanhar", afirma.

Os documentos digitalizados para arquivo (escaneados) servem como registro e comprovação de despesas, investimentos. Este cuidado pode servir para comprovar a aplicação de recursos, detectar inconformidades ou desvio de recursos do caixa do condomínio.

Comunicação
Informar sobre as assembléias ou o teor das discussões é apenas uma das situações em que a internet é um facilitador. Nos condomínios com síndicos, por vezes os avisos de interesse geral são dados pessoalmente, em outros são utilizados recursos como editais ou correspondência, mas essas práticas já estão sendo superadas.

"Os síndicos e administradores se comunicam com o morador por e-mail ou pelas redes sociais. Já se pode, inclusive pegar o boleto do condomínio direto na internet, imprimir a segunda via ou calcular o valor com juros quando há atraso de pagamento", destaca Marcelo.
No mesmo sistema chegam de forma instantânea aos moradores comprovantes de pagamento, notificações de multas ou respostas de reclamações e avisos.

AGILIDADE E TRASPARÊNCIA
Condomínios com perfis em redes sociais publicam e trocam informações instantâneamente. Alguns deles mantêm sites com comunicação online, agilizando a resposta ao moradores
Prestar contas por email traz vantagens como enviar os dados de um condomínio de 180 unidades em cinco segundos

O diretor de Condomínios do Secovi, Marcelo Liberatti, diz que a tecnologia como ferramenta de trabalho do síndico é uma questão de hábito. A próxima etapa é incluir a participação online dos moradores durante a transmissão das assembléias
Fonte:http://maringa.odiario.com

6 de abr de 2012

Luxo sustentável: condomínios residenciais com o que há de mais inovador em sustentabilidade

A prioridade dos condomínios de luxo da Senpar Terras de São José é buscar medidas inovadoras, sempre amparadas no conceito de sustentabilidade, para gerenciar recursos ambientais
Viver com luxo, conforto e em harmonia com o meio ambiente é possível e imprescindível. Acompanhando o que há de mais inovador no mercado imobiliário mundial, a Senpar Terras de São José, empresa responsável pelos condomínios como Terras de São José, Terras de São José II e Fazenda Serra Azul, adotou medidas sustentáveis em todos os seus empreendimentos, especialmente no que diz respeito ao manejo de recursos hídricos e elétricos.
Aliando sustentabilidade a recursos tecnológicos de última geração, a empresa optou por rede de transmissão de dados por fibra ótica e cabeamento subterrâneo, oferecendo aos moradores serviços de ponta que não agridem a natureza. Também para valorizar a paisagem, a Senpar Terras de São José investiu em medidas pra a preservação da fauna e da flora local.
Outra política empregada nos empreendimentos tem a ver com o manejo de recursos hídricos. Todas as casas dos novos condomínios contam com sistema de tratamento e reaproveitamento de água. A implantação deu-se depois que a empresa constatou que cerca de 60% do consumo de água em residenciais de alto padrão é para uso não humano. “Aproveitar melhor este recurso significa respeitar o meio ambiente e foi isso o que fizemos. Somos os pioneiros e únicos no Brasil a adotar esse sistema de tratamento duplo da água”, afirma Cesar Federmann, diretor da Senpar Terras de São José. Além de zelar pelo meio ambiente, a empresa contribui com o desenvolvimento sustentável das regiões em que investe, por exemplo, através da geração de empregos diretos e indiretos perenes.

A seguir, você confere como se dá cada uma dessas ações sustentáveis praticadas e incentivadas pela Senpar Terras de São José, cujo mérito já foi reconhecido e premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU), como parte do programa “Parceiros da Paz e da Sustentabilidade”.


Sistema de reuso de água: como funciona?

Operando de forma 100% sustentável, o sistema trata a água já utilizada no interior da casa, tornando-a reaproveitável para atividades externas, como irrigação de jardins e das vastas áreas verdes comuns. A economia de água é enorme. Para se ter uma idéia, só o Terras de São José e o Terras de São José II juntos têm áreas verdes cerca de oito vezes maior do que o Parque do Ibirapuera.
Para viabilizar a iniciativa foi instalado, dentro da Estação de Tratamento de Efluentes do empreendimento, um reservatório com volume total de 1.000 m3. Depois de tratar os efluentes, a água de reuso é distribuída por rede própria por meio de um sistema de pressurização. Depois de irrigar os jardins, a água volta para o lençol freático sem agregar nenhum tipo de poluição a ele.
Na prática, o sistema torna novamente limpa e tratada a água já utilizada pelas pessoas, para que seja reaproveitada para outros fins. Para diferenciar a água potável da água de reuso, a tratada na estação recebe um corante azul, neutro e atóxico. O sistema é pioneiro e de eficiência ímpar. No condomínio Terras de São José II, por exemplo, o potencial de irrigação é de mais de 2 milhões de metros quadrados.

Preservação da área verde

Inseridos em meio a áreas verdes, os condomínios da Senpar Terras de São José prezam pela preservação da fauna e flora local. Referente à preocupação com os animais da região, o condomínio Terras de São José criou uma clínica veterinária para cuidar de animais machucados. Os bichos são tratados, mantidos em cativeiro para monitoração e, depois de saudáveis, devolvidos à natureza.
Quanto à flora, na construção do Terras de São José II, por exemplo, a empresa contribuiu com o plantio de mais de 90 mil mudas de espécies variadas. O condomínio conta com uma área total de 5 milhões de m2, sendo 85% desta de área permeável. Visando a sustentabilidade, o empreendimento priorizou o conceito de integração entra a paisagem local e as novas construções. A ideia também faz parte da filosofia dos demais condomínios da organização.

Tecnologia de ponta e amiga do meio ambiente

A fim de preservar a natureza dos condomínios, a Senpar Terras de São José investiu no sistema de energização subterrânea. O processo exclui a instalação de fios nos postes das ruas, aumentando a integração paisagística. A iniciativa, operada em conjunto com a CPFL, é considerada o maior contrato de energização subterrânea desse modelo no Brasil.
O sistema de cabeamento subterrâneo também conta com uma rede própria de transmissão de dados por fibra ótica, que possui menor perda de transmissão, oferece maior segurança do sinal (já que o material é totalmente imune às variações eletromagnéticas externas) e é considerada a mais veloz (transmite dados à velocidade da luz). Em termos de comparação, a fibra óptica transporta 39 mil vezes mais informações, com taxas de até 16 trilhões de bits por segundo. Sendo assim, o sistema coloca à disposição dos moradores o que há de mais moderno em telefonia, internet e TV a cabo. E o melhor de tudo: por ser subterrâneo, não interfere no colorido do cenário natural. O resultado são empreendimentos que privilegiam a qualidade de vida dos moradores e as belezas próprias da região.

A Senpar foi uma das pioneiras no Brasil ao implantar a energização subterrânea em residenciais, técnica bastante utilizada em países mais desenvolvidos. O primeiro condomínio do grupo a receber o sistema foi o Terras de São José II, sendo que, na época da construção, a aplicação representou um investimento cerca de sete vezes maior do que o sistema convencional. De lá para cá, o cabeamento subterrâneo tem estado presente em todos os empreendimentos da empresa, preocupada em oferecer as melhores tecnologias, com a máxima preservação do meio ambiente.


Geração de empregos

Analisando o aspecto social do conceito de sustentabilidade, a construção de condomínios em cidades de médio porte contribui para a geração de muitos empregos nas regiões. Com dois condomínios em Itu, o Terras de São José e o Terras de São José II, a empresa é a maior geradora de atividades remuneradas, com cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos. No complexo SerrAzul (que engloba o condomínio Fazenda SerrrAzul, Shopping SerrAzul, Hotel Quality Resort, Outlet Premium e os Parques Wet’n Wild e Hopi Hari) 42% dos postos criados geraram a mais difícil das oportunidades da vida profissional: o primeiro emprego. 

Ações reconhecidas e premiadas
A preocupação com a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente renderam ao grupo Senpar Terras de São José o reconhecimento da ONU – Organização das Nações Unidas – com a principal modalidade, Gold, de seu programa “Parceiros da Paz e da Sustentabilidade”.
O grupo recebeu o prêmio de primeiro empreendimento sustentável pela a introdução do conceito de condomínio fechado no Brasil, representado pela construção do Terras de São José, e pelas inovações geradas pelo melhor uso de água, iniciadas no Terras de São José II.

A preocupação com a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente renderam ao grupo Senpar o reconhecimento da ONU – Organização das Nações Unidas – com a principal modalidade, Gold, de seu programa “Parceiros da Paz e da Sustentabilidade”.

Fonte:http://www.inteligemcia.com.br

4 de abr de 2012

Preço do metro quadrado sobe menos em março, diz FipeZap

O índice FipeZap Composto, que acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em seis municípios e no Distrito Federal, teve alta de 1,4% em março – oscilação menor que a registrada em fevereiro, quando o indicador avançou 1,5%.
A última vez em que a variação de março foi menor que a de fevereiro foi em 2009, quando o índice subiu 1,1% ante 1,4% do mês anterior.
A maior variação foi observada em Belo Horizonte, onde o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos subiu 2,6%. Já em Salvador, os preços ficaram estáveis. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a alta foi de 1,3% e 1,4%, respectivamente.
Na média das sete regiões, o valor do metro quadrado anunciado ficou em R$ 6.446 no mês de março. O Distrito Federal segue tendo o metro quadrado mais caro entre as cidades pesquisas: R$ 8.100; seguido por Rio de Janeiro (R$ 7.796) e São Paulo (R$ 6.295). Na outra ponta, Salvador tem o metro quadrado mais barato: R$ 3.688.
Em relação ao número de dormitórios, os imóveis com dois e três dormitórios tiveram a maior alta no período, de 1,6%.
Desaceleração
A tendência de desaceleração observada nos últimos meses permanece, principalmente quando se analisa a alta acumulada em doze meses. O índice composto acumula alta de 23,5% em um ano, sendo que, em fevereiro, este valor foi de 24,8%, e, em janeiro, de 25,5%.
No Rio de Janeiro, a desaceleração tem sido mais acentuada. Em março, alta acumulada em doze meses ficou em 28,8%, contra 31% registrados em fevereiro e 41,3% seis meses antes.
O Índice FipeZap é desenvolvido e calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos com base em anúncios de imóveis da internet.
O índice composto inclui as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador e o Distrito Federal.
Fonte:g1.com

3 de abr de 2012

Saiba quais são consequências para condôminos inadimplentes

Especialista esclarece o que pode acontecer com o condômino que fica inadimplente por muitos meses. Confira na matéria.
A ação jurídica é a mais eficiente para as administradoras e perigosa para os proprietários

Equilibrar ganhos e despesas é um desafio diário para muita gente. Quem escolhe morar em apartamento, seja pela comodidade, segurança ou área de lazer disponível, precisa incluir no gasto mensal uma conta bem salgada: a taxa de condomínio. Mas o que pode acontecer, se você, por alguma razão, não conseguir pagar a taxa e ficar inadimplente? O especialista José Roberto, diretor da Paris Condomínios, explica os riscos:

“No primeiro mês o proprietário recebe uma cartinha educada afirmando que a administradora não recebeu o pagamento. O segundo passo é a pessoa ser incluída no balancete como inadimplente. Se mesmo assim o débito não for quitado, uma última carta registrada ou telegrama é enviado”, diz.

Se todas essas medidas não surtirem efeito, os próximos passos são o protesto ou ação judicial. “Se em três meses o débito continuar, é possível protestar o condômino. Neste caso, o nome do proprietário vai direto para o Serasa. Essa alternativa ainda é usada como medida conciliatória, porque não tem efeito de cobrança, ou seja, a administradora não receberá o valor”, pondera.

A ação jurídica é a mais eficiente para as administradoras e perigosa para os proprietários. Isso porque o juiz decidirá como o débito será quitado. “Em último caso entra-se com uma ação jurídica. Esta medida às vezes é a única maneira de reaver o dinheiro. Muitos proprietários chegam a perder apartamentos em leilões por causa de dívidas deste tipo. Entretanto, é uma ação longa, a disputa judicial pode durar sete, oito anos”, explica.

Ações preventivas – o que diz a lei

No mercado brasileiro, o número de inadimplentes gira em torno de 7%, ou seja, a cada 100 famílias, sete não pagam os débitos mensais com condomínios. Este número parece baixo, mas, atrapalha, e muito, a organização das finanças dos edifícios. Para tentar evitar o problema, muitos moradores fazem questão de registrar medidas regulamentárias em atas. Por exemplo, muitos prédios não permitem o uso do salão de festas e churrasqueiras caso o proprietário esteja devendo.

Entretanto, José Roberto ressalta que essa ação é válida apenas para determinados ambientes. “Sempre é preciso pensar que medidas vexatórias são passiveis de ações judiciais contra moral. Há um respaldo na lei e isso não pode ser empregado. Um morador não pode ser impedido de andar de elevador ou usar a piscina”, finaliza.
Fonte:exame.com