31 de jan de 2012

Legislação Sobre Condomínios

A legislação de condomínios encontra-se expressa no Código Civil e em Decretos Lei, nomeadamente (clique no documento da legislação de condomínios que pretende consultar):
Código Civil
Decreto-Lei nº 268/94, de 25 de Outubro
Decreto-Lei nº 269/94, de 25 de Outubro
O que diz a legislação do condomínio
Sobre as partes comuns - artigo 1421º Código Civil
Sobre a propriedade exclusiva do condómino - artigo 1420º Código Civil


O que diz a legislação sobre a propriedade horizontal
Quais os documentos necessários para a constituição de um prédio em propriedade horizontal?
O que é o título constitutivo da propriedade horizontal ? - artigo 1418º do Código Civil

O que diz a legislação sobre quem deve obedecer às normas do título constitutivo
É possível alterar o título constitutivo?
Se o título constitutivo nada disser quanto ao fim a que se destina, qualquer fracção é possível fazer a alteração do uso?
O título constitutivo pode ser declarado nulo?
A legislação permite que casa da porteira, fracção comum, seja arrendada a outrem?
Essa fracção só pode ser arendada para habitação?
O título constitutivo da propriedade horizontal pode estabelecer normas contrárias à lei?

O que diz a legislação sobre seguro dos condomínios
A legislação e o seguro obrigatório
Quem está obrigado a celebrar o seguro obrigatório?
Nos condomínios, é obrigatória a actualização anual do seguro
A legislação e o seguro facultativo

O que diz a legislação de condomínios sobre protecção da propriedade privada
Proibições e obrigações impostas aos condomínios - artigo 1422º do Código Civil
Quais as limitações ao exercício dos direitos dos condóminos?
Pode o condómino realizar obras que modifiquem a linha arquitectónica do edifício?
Quais são as obrigações do proprietário da fracção?
Quem está obrigado a efectuar as despesas do condomínio?

O que diz a legislação sobre a assembleia de condóminos
Assembleia de condóminos: definição
Número de reuniões da assembleia de condomínio por ano
Regras a que obedece a convocatória das reuniões
Conteúdo da convocatória
Consequências da falta de quórum
Votação – quantos votos por fracção
Decisões da assembleia – que maiorias
Falta de um condómino a uma reunião
Sobre deliberações inválidas

O que diz a legislação sobre as despesas dos condomínios
Como devem ser divididas as despesas?
Método de pagamento das despesas correntes
Sobre quem gere esse dinheiro?
Despesas com inovações - artigo 1426º do Código Civil
Reparações indispensáveis e urgentes nos condomínios
Reparações necessárias à manutenção dos condomínios
Um condómino que vive no 3º andar pode recusar-se a pagar o serviço de elevador alegando que tem pânico de elevadores e que sobe sempre pelas escadas?
Se um condómino não habita a sua fracção está obrigado a pagar os encargos resultantes da vida em condomínio?
Sobre um condómino se recusa a pagar as despesas correntes do condomínio
Se um terraço de cobertura, utilizado exclusivamente por um condómino necessitar de obras, deverá ser apenas ele a suportar o custo dessas obras?

O que diz a legislação sobre o administrador do condomínio
Funções do administrador
Quem pode ser administrador
Sobre remunerações
Duração do exercício das funções
Falta de nomeação de administrador
Destituição do administrador no decurso do seu mandato
Interposição de acções em tribunal pelo administrador

O que diz a legislação sobre as obras no condomínio
Obras facultativas
Obras obrigatórias
Quem é responsável pela execução das obras no condomínio?
Quem suporta os custos das obras no condomínio?
Quando deverão ser feitas obras nos condomínios?
Sobre destruição do prédio
Fonte:http://www.h24gestaodecondominios.com

28 de jan de 2012

Segurança em Condomínios e normas de segurança

As normas de segurança a serem adotadas devem ser decididas em assembléia de condôminos, com ampla difusão para todos os moradores do prédio;
Os Funcionários
A seleção de pessoal doméstico e do condomínio deve ser rigorosa, com pesquisa da vida pregressa dos candidatos e criteriosa verificação das fontes de referência. De preferência deve ser mantida a máxima discrição quanto aos valores guardados na casa, existência de cofres, etc;
O pessoal de zeladoria, principalmente aqueles que desempenham funções na portaria do prédio, devem ser alertados para os diferentes expedientes usados pelos delinqüentes e devem estar capacitados para tomar providências urgentes quando necessário;
O portão somente pode ser aberto após:

Identificar o visitante;
Avisar o morador sobre a conveniência da entrada;
Na dúvida, solicitar ao morador para vir identificar tal visitante.
No caso de entrega de encomendas:
Avisar o condômino e solicitar sua presença na portaria;
Na ausência do condômino, receber e guardar para, posteriormente, ser retirado por um morador ou entregue por um funcionário.
Jamais permitir que o entregador leve pessoalmente a encomenda.
Nos horários de limpeza e recolhimento de lixo, manter as entradas do edifício fechadas.
Para abrir o portão da garagem , identificar o motorista e observar se não há risco de penetrar alguém junto.

Ao receber prestadores de serviços, identificá-los, anotar os dados de seus documentos, avisar o condômino e só permitir acesso às dependências mediante autorização do morador e devidamente acompanhado por um funcionário.
Na entrada ou saída de pessoas do condomínio, somente abrir o portão após verificar se não há suspeitos próximo.
Acesso de Estranhos
Ao atender estranhos, o porteiro deve manter os portões fechados e as pessoas do lado de fora.
O acesso de estranhos, sempre que possível, deverá ser restrito a um horário pré-fixado e ser precedido das cautelas disponíveis;

ITENS DE SEGURANÇA NO IMÓVEL
As entradas do imóvel - social, de serviço e garagem - devem ser suficientemente iluminadas, evitando-se o uso de obras de arte, de decoração e de jardinagem que obstruam a ampla visão do local à distância;

Os acessos aos apartamentos igualmente devem ser dotados de boa iluminação, controlada do interior da residência. As portas devem ser sólidas e guarnecidas de "olhos mágicos" ou outros dispositivos que permitam a observação do vestíbulo;

O interfone é de grande valia para que, em caso de emergência, o morador comunique a presença de suspeitos ou de indivíduos indesejáveis em seu "hall" de entrada;
Havendo outros prédios contíguos ou próximos, por consenso dos seus moradores, poderá ser instalada uma ligação pelo interfone de suas portarias ou zeladorias, ou mesmo de um simples alarme sonoro que funcionará como pedido de auxílio nos momentos de perigo;

O mesmo alarme sonoro, acústico ou luminoso poderá ser instalado em casa vizinha, estabelecimento comercial ou simplesmente em local externo, à vista dos moradores das imediações, com divulgação da instalação desse recurso;
A guarita deve ser recuada do portão com grades altas ao redor do prédio e o portão da garagem controlado pela portaria.

Os equipamentos de segurança (portas de entrada, portões de garagem, extintores, etc.), devem estar em perfeitas condições.
As chaves que forem confiadas a serviçais não devem abranger todas as portas do apartamento, permitindo-se o isolamento de algumas dependências privadas, principalmente durante o repouso noturno. Os empregados podem ser atacados e forçados a abrir as portas de que possuam as chaves, surpreendendo os demais moradores;

ENTREGAS
A entrega de encomendas, flores, correspondência, que não tenham sido solicitadas ou que não estejam sendo esperadas devem ser recusadas, ainda que o portador se apresente na companhia de empregados do condomínio;

Quando estiver aguardando entrega a domicílio, instrua a portaria para receber as encomendas, evitando a presença de estranhos em seu apartamento. Quando recepcionar pessoas que não conheça, faça-o nas áreas de uso comum do edifício, à vista dos funcionários da portaria;

No caso de entrega de encomendas, deve-se avisar o condômino e solicitar sua presença na portaria; na ausência do condômino, deve-se receber e guardar para, posteriormente, ser retirado por um morador ou entregue por um funcionário; jamais deve ser permitido que o entregador leve pessoalmente a encomenda.
No caso de pequenas entregas, sugere-se uma caixa na recepção com portinhola, para evitar a entrada do entregador;

CUIDADOS DO SÍNDICO
Desenvolver reuniões periódicas com os condôminos a fim de despertar a consciência para a segurança de todos;
Cadastrar os dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos de todos os condôminos, para uso em caso de emergência;
Estabelecer o sistema de identificação com crachá para todos os visitantes, com assinatura do condômino visitado;
Acompanhar o andamento de todos os trabalhos realizados no edifício;
Na contratação dos funcionários, após exigir documentos e referências e certificar-se quanto a autenticidade e veracidade das informações, dar preferência para os que possuam cursos de formação e treinamento.
Realizar a reciclagem e treinamento periódico de seus funcionários, visando à segurança do condomínio.

CUIDADOS DO CONDÔMINO
A sua compreensão e colaboração são fundamentais para a segurança do Condomínio;
Elogiar as ações dos funcionários que visam a garantir a segurança de todos os condôminos, mesmo quando representam algum transtorno para si ou para suas visitas;
Ao chegar ou sair da garagem, observar se não há pessoas estranhas ou suspeitas, aguardando ou dando voltas até sentir-se em segurança;
Ao estacionar seu veículo na garagem, mantê-lo trancado, sem pacotes nem objetos à vista e com o alarme ligado;
Alertar a portaria para que receba as encomendas feitas ou o avise para que vá atender ao entregador na recepção;
Quando solicitado à portaria, verificar se o assunto lhe diz respeito, só então descer à recepção para atender;
Ao contratar empregados (domésticas, babás, motoristas, etc.) somente os receber na portaria, exigir documentação e referências, averiguando a autenticidade e veracidade das informações;
Ao chegar e ao sair, esteja alerta para a presença de estranhos nas imediações de seu prédio. Qualquer suspeita deverá ser comunicada imediatamente à Polícia, que saberá analisar a informação e tomar as providências cabíveis;
Não deixar cópias das chaves na portaria.

DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
Uma caixa na recepção com portinhola, para facilitar pequenas entregas, evitando a entrada do entregador.
As entradas do edifício (social, de serviço e garagem) devem ser suficientemente iluminadas;
Os equipamentos de segurança, tais como: portas de entrada; portões de garagem; extintores; devem estar em perfeitas condições:
A guarita deve ser recuada do portão com grades altas ao redor do prédio e o portão da garagem controlado pela portaria.
Os condôminos precisam cooperar com as instalações de equipamentos indispensáveis à segurança:
·Olho mágico de 180 graus;
·Intercomunicador;
·Interfones;
·Alarmes;
Aos moradores dos 1o. e 2o. andares, recomenda-se um cuidado especial, protegendo as áreas de acesso.
Fonte:http://www.antidelito.net

23 de jan de 2012

Veja como cortar as despesas do seu condomínio

Descontente com o valor da taxa de condomínio do prédio onde vive, Alberto Fischer, de 36 anos, resolveu tomar providências para tentar reduzir a mensalidade logo após assumir o cargo de síndico do residencial.

“A construtora entregou o empreendimento já com empresas prestadoras de vários serviços contratadas, mas achamos os valores cobrados altos e decidimos agir para tentar reduzir o valor da taxa, que era de pouco mais de R$ 400 para cada apartamento”, explica o síndico.

O caminho encontrado por Fischer foi procurar novos prestadores de serviço. “Mudamos de administradora e de empresas de limpeza e da manutenção dos elevadores, além de negociarmos com a concessionária a diminuição do preço pago pelo metro cúbico do gás”, diz.

Fischer afirma, ainda, que os moradores decidiram em assembleia desligar 30% das luzes da garagem. A medida, no entanto, não comprometeu a segurança e a luminosidade do local. “Com essas medidas, reduzimos a taxa condominial para R$ 370 por mês para cada apartamento.”

Como o gasto caiu R$ 30 por mês, a economia anual é de R$ 360 por unidade. E como o residencial tem 274 unidades habitacionais, o condomínio deixa de desembolsar algo em torno de R$ 98 mil anualmente.

O síndico destaca que a redução na conta poderia ser ainda maior caso não houvesse inadimplência, que é de 10%. “Se todos os pagamentos estivessem em dia, poderíamos diminuir mais R$ 20 na taxa de cada apartamento”, conta ele. “Como todos os meses temos essa defasagem nas contas, poderíamos gerar um desequilíbrio no orçamento se diminuíssemos o valor do condomínio.”

Planejamento – Segundo especialistas, medidas concretas como as citadas, muito planejamento e conscientização dos moradores são o caminho para condomínios de vários padrões reduzirem seus gastos.

Tudo passa pelas assembleias porque a maioria das reuniões envolve as despesas para manter a estrutura do condomínio.

“No primeiro trimestre de cada ano, os condomínios são obrigados por lei a fazer uma assembleia geral ordinária para aprovar a previsão orçamentária anual, ou seja, uma análise de quanto o prédio gasta e quanto precisa gastar no ano seguinte”, explica Hubert Gebara, diretor da Hubert Condomínios e vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). “E essa é a ocasião ideal para serem debatidas as ideias e soluções para reduzir os custos.”

De acordo com Gebara, as despesas fixas – água, luz e folha de pagamento  – são as que mais pesam na taxa. “Em conjunto com o síndico, os moradores podem decidir sobre os cortes de pessoal, se for o caso, a compra de equipamentos economizadores, a troca de lâmpadas velhas por mais modernas, a instalação de hidrômetros individualizados, entre outros recursos.”

Para André Diniz, coordenador do curso de Negócios Imobiliários da FMU, os condomínios hoje em dia apresentam a organização de verdadeiras empresas. Portanto, devem ter procedimentos nesse sentido. “Os síndicos devem sempre pesquisar muito e fazer no mínimo três orçamentos para cada serviço.
Fonte: http://www.zap.com.br

Condomínios no Brasil começam a atuar como empresas estruturadas

São Paulo - Os apartamentos e as vilas residenciais fechadas estão se transformando nos atores principais de um fenômeno muito interessante. Trata-se da mudança de comportamento dos condomínios, que estão atuando como verdadeiras empresas. Atualmente, é cada vez mais comum encontrar pessoas que desejam morar em apartamentos, ao invés de se fixar em casas de rua. Por conta disso, os condomínios vêm aprimorando cada vez mais os seus serviços  para satisfazer esses moradores, transformando os conjuntos habitacionais em empresas de grande funcionamento.


No século 21, os condôminos ganharam o status de cliente. Uma prova disso é a crescente busca dos síndicos, destes conjuntos habitacionais, por serviços terceirizados, que registraram um aumento anual de 25% a 30% na procura. São "empresas" que precisam gerenciar pessoas e recursos, além de lidar com questões jurídicas, trabalhistas, fiscais e operacionais. Segundo Amilton Saraiva, da GS Terceirização, a porcentagem dos novos prédios que contratam serviços terceirizados chegam a 70%, entre portaria, segurança, manutenção, e até administração. "Num condomínio grande, com muitas demandas, não dá para esperar que um morador cuide de tudo. Ninguém tem tempo para fazer esse trabalho hoje em dia", explicou Saraiva.


Em alguns condomínios, a ocupação destes funcionários chega a ser de 99% para prestar atendimento aos moradores, bem como realizar serviços de limpeza geral. Inclusive, é possível encontrar até professores de educação física, que ajudam os moradores a realizarem atividades na academia do prédio. Muitos contam que acabam não conhecendo o funcionário, porém, nenhum deles registra alguma queixa em relação ao serviço que está sendo prestado pelo mesmo.


Um condomínio se assemelha a uma empresa principalmente na parte administrativa. Ricardo Soares, síndico de um condomínio da zona sul de São Paulo, garante que esse fenômeno já é realidade e que deve funcionar perfeitamente se houver comprometimento de todas as partes. "Se não houver profissionalismo e seriedade na gestão do condomínio por parte do síndico, conselho e administradora, a empresa [condomínio] passa a não funcionar bem e os maus resultados começam a aparecer", conta.
Fonte: http://www.dci.com.br/Condominios

19 de jan de 2012

Quem quer ser síndico? Começa a temporada de eleições nos prédios

Quem quer ser síndico? Começa a temporada de eleições nos prédios
O candidato, geralmente, tem entre 30 e 50 anos e precisa ter qualidades como fácil diálogo, disponibilidade de tempo, jogo de cintura e pulso firme.

A campanha já começou. Para muitos candidatos, é hora de conquistar votos. A eleição é daqui a pouco, e quem quiser se eleger vai ter de usar a política da boa vizinhança se quiser conquistar o cargo de síndico.

Uma pesquisa feita por uma empresa de administração mostra que, nos primeiros quatro meses do ano, acontece a eleição de metade dos síndicos de todos os condomínios da cidade. Mas o número de candidatos ainda é baixo. É que a tarefa não é nada fácil.

Você já pensou em ser sindico ou síndica? “Não. Eu ainda não me sinto próxima das pessoas, não conheço todo mundo. É muita coisa para cuidar”, diz a auxiliar administrativa Vivian Uehara, que tem arrepio.

Edilson Siqueira Machado tem vocação. Ele nem morava no prédio e já era subsíndico. Para virar síndico, foi um pulo. Agora ele se prepara para concorrer à reeleição. De cada dez síndicos, sete se reelegem. Se depender dos concorrentes, Edilson terá mais dois anos no comando do edifício. Ate agora, é o único candidato – e ele nem tem salário. Apenas um desconto de R$ 50 no valor do condomínio, que é R$ 290.

“Com certeza, é um cargo delicado que você tem um pouco de sensibilidade no trato com as pessoas. Você tem de saber como chegar para conversar sobre determinado assuntos. Tem de ter um bom senso geral”, comentou o candidato a síndico, Edilson Siqueira Machado.

Segundo uma das maiores administradoras de imóveis de São Paulo, metade dos condomínios elege seus síndicos no início do ano, de janeiro a abril. A lista de atribuições é longa: convocar assembleias; fazer cumprir a convenção e regulamento interno do condomínio; tomar conta das áreas comuns do prédio; elaborar orçamentos; prestar contas dos gastos; e talvez a que de maior dor de cabeça: resolver as pendências entre os vizinhos.

“Tivemos reclamações com as sacadas por causa de fumaça de cigarro. Tivemos problemas também com animais, porque nós só temos um elevador. Não é fácil. Tem coisa que é complicada. Tem assuntos que você tem de saber como abordar o condômino para que a pessoa não se sinta ofendida”, comenta o candidato a reeleição Edilson Siqueira Machado.

O candidato a síndico, geralmente, tem entre 30 e 50 anos e precisa ter algumas qualidades, como fácil diálogo, disponibilidade de tempo para atender moradores e funcionários, além de jogo de cintura e pulso firme. Também não pode ter contas do condomínio em atraso.

“Os condôminos vão escolher se ele está à altura de ser síndico, se é uma pessoa que tem hábitos esquisitos. Cada condomínio tem o sindico que merece”, afirma Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).

Moradores com ações contra o condomínio também não podem se candidatar a síndico. O Edilson, que apareceu na reportagem, já foi reeleito no prédio dele. Moradores de apenas 8 dos 24 apartamentos do condomínio compareceram para a votação. Esse é um problema comum nos condomínios: a baixa participação dos moradores nas reuniões.
Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br

17 de jan de 2012

Conservação do imóvel é responsabilidade do inquilino

A locação de um imóvel pode ser um bom negócio para ambas as partes envolvidas. O locador obtém uma renda extra e seu imóvel não fica vazio. Já o inquilino possui flexibilidade para escolher o local de moradia temporária e não precisa de um alto investimento, comparado ao custo da compra de um imóvel. “O aluguel de imóveis sempre será uma boa opção, tanto para quem loca quanto para quem aluga”, afirma Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Bens.
Os inquilinos possuem direitos e deveres e devem ficar atentos a todas as disposições do contrato para não ter dores de cabeça. Ao pagar o aluguel o locatário tem direito a utilizar o imóvel para sua moradia ou comércio – conforme o disposto no documento – e deve zelar pela sua conservação. “O inquilino deve manter o terreno e o imóvel em boas condições, assim como ele os recebeu. A grama deve ser cortada, todo lixo deve ser enviado para a coleta, a pintura deve ser refeita se houver algum dano. São cuidados básicos”, aponta.
De acordo com o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR, o imóvel locado não pode sofrer alterações sem a prévia concordância do proprietário. Se as mudanças forem aceitas o acordo entre as partes deve ser feito por escrito. “Pintura, furos, abertura de paredes, colocação de grades, alarme, poda de árvores e qualquer outra alteração deve ser autorizada pelo locador. Caso contrário o inquilino está sujeito a receber multas e as punições previstas no contrato”, observa Freitas, diretor de locações da ABADI.
Se houver algum dano ou defeito na edificação, o inquilino deve comunicar ao locador o mais rápido possível. Problemas na rede elétrica ou hidráulica, esgoto, telhado, vícios ocultos e imperfeições pré-existentes são de responsabilidade do proprietário do imóvel. Antônio José da Silva, presidente da PRIMAR, lembra que o locador tem a obrigação de entregar a casa ou apartamento em condições mínimas de uso. “Por isso é fundamental estar presente na vistoria antes da entrega das chaves. Se houver algum problema o locatário pode fazer a reclamação na mesma hora”, recomenda.
Em algumas situações é necessário furar a parede para a colocação de armários, por exemplo. O inquilino pode fazer as furações, mas é preciso bom senso para não danificar o imóvel. “Se as furações necessárias forem em ambientes com azulejo, como banheiro e cozinha, o inquilino terá que arcar com as despesas da reposição das peças de azulejo danificadas. Ao furar qualquer parede é fundamental ficar atento aos canos hidráulicos e elétricos que podem passar pelo local. O ideal é se certificar com o dono do imóvel a localização dos canos”, enfatiza o diretor comercial da PRIMAR.
A pintura, tanto da parte externa quanto da parte interna, também deve ter a autorização do proprietário, principalmente se houver mudança da cor ou tipo de tinta (a base d’ água ou a óleo, por exemplo). “A mais recente tendência na decoração de ambientes é o uso de adesivos nas paredes e até móveis. Os adesivos podem ser colados na parede, mas se houver algum resquício de cola ou danos à pintura será necessário pintar o local novamente – com a mesmo cor – antes de deixar o imóvel. O contrato rege que a casa ou apartamento deve ser entregue da mesma maneira como o inquilino o recebeu”, acrescenta Silva.
Qualquer benfeitoria realizada sem autorização é considerada uma infração contratual, por isso é fundamental avisar a imobiliária e ter autorização por escrito do proprietário. A imobiliária não tem o poder de autorizar as alterações no imóvel, somente o locador tem esse poder, mas mesmo assim deve ser avisada. “O inquilino é responsável por todos os danos causados ao imóvel durante a locação, por isso terá que consertar tudo antes de entregar o imóvel. Os reparos provenientes do uso normal do imóvel são de responsabilidade de quem aluga”, destaca Freitas.
Fonte: http://bagarai.com.br

16 de jan de 2012

Saiba como cuidar da piscina nos meses frios

Com a chegada do outono e a queda da temperatura, é comum esquecermos daquela que foi a vedete do verão: a piscina. Apesar de comum e, de certa forma, até esperado, esse esquecimento pode trazer aborrecimentos e prejuízos para você. Isso porque, mesmo pouco utilizadas, as piscinas precisam de cuidados, ainda que em menor quantidade e com maior espaçamento de tempo.

Nesse período, os procedimentos de aspiração e filtragem devem ser mantidos normalmente ou até mesmo aumentados, pois no outono a quantidade de folhas e poeira trazidas pelos ventos é bastante significativa.

Manutenção
Com a queda da temperatura, diminui a velocidade com que as algas se reproduzem. Além disso, a baixa utilização da piscina reduz a entrada de agentes infectantes na água, por isso, a quantidade utilizada de cloro e algicidas também deve diminuir. Mas em momento algum o tratamento pode ser suspenso. Uma boa alternativa para a manutenção das piscinas nessa época é a utilização de cloradores e flutuadores que liberam lentamente o cloro na água. Todas as piscinas, em todas as épocas do ano, precisam ter sua água tratada e seus níveis de cloro e pH controlados e estabilizados. O que muda é o tratamento que cada piscina e cada momento exigem.

As capas
A ação dos ventos é anulada em piscinas cobertas por capas nos períodos de pouca utilização. Não descarte, contudo, o tratamento químico e o controle dos níveis de estabilidade da água, uma vez que as condições das piscinas cobertas tornam-se ideais para o acúmulo e desenvolvimento de algas.

As capas são uma excelente alternativa, mas devem ser utilizadas com cautela, principalmente no momento da remoção, para evitar que a sujeira acumulada caia na água.

Piscinas Aquecidas
Piscinas aquecidas necessitam de uma manutenção mais delicada e os cuidados durante o outono devem ser os mesmos dispensados no verão, uma vez que a temperatura da água favorece a formação de algas e proporciona um aumento no consumo do cloro.

Um problema comum nessas piscinas é a sensação de excesso de cloro, cheiro forte e ardência nos olhos. Essa sensação é causada  pela formação de um subproduto chamado cloramina, resultado da reação do cloro com a matéria orgânica. Para ser eliminado, é aconselhado o uso de um oxidante, que reage com o excesso de matéria orgânica no lugar do cloro, eliminando o cheiro.

A piscina está verde, e agora?
A coloração esverdeada da água é causada pelo acúmulo de algas e indica que a piscina está imprópria para o uso. Se você se descuidou da manutenção e encontrou sua piscina verde, preparamos um pequeno guia para ajudá-lo a deixá-la novamente em condições de uso.

Piscinas que ficaram sem cuidados precisam de um tratamento de choque, e só poderão ser usadas quando estiverem limpas e cristalinas. Para consegui-lo, basta seguir o roteiro abaixo:

- Remova com a peneira toda a sujeira acumulada na superfície.
- Meça a alcalinidade, o pH e o cloro residual utilizando um kit de testes. É bem provável que eles estejam desbalanceados.
- Ajuste a alcalinidade usando um elevador de alcalinidade, caso ela esteja abaixo de 80 ppm, ou um redutor, caso esteja acima de 120 ppm.

- Ligue a bomba em “recircular” e deixe-a funcionando por duas horas.
- Ajuste o pH, deixando-o entre 7,0 e 7,5 ppm. Se o índice estiver acima desse valor, utilize o redutor de pH, se estiver abaixo, use o elevador (barrilha ou carbonato de sódio)
- Ligue a bomba em “recircular” e deixe-a funcionando por, no mínimo, seis horas.
- Adicione algicida de choque e mantenha a água circulando por mais 3 horas.
- Escove bem as paredes utilizando uma escova de nylon e limpe as bordas da piscina.
- Meça novamente a alcalinidade e o pH e refaça as correções que forem necessárias.
- Em seguida, meça o nível de cloro e adicione a quantidade indicada como dosagem de choque.
- Ligue o filtro na posição “filtrar” e após uma hora adicione o clarificante.
- Deixe o filtro ligado por seis horas.
- Desligue a bomba deixando a água repousar por mais seis horas.
- Se, após esse tempo, a água ainda estiver esverdeada, volte e refaça o tratamento.
- Se ela estiver cristalina, mas com sujeira acumulada no fundo, aspire o fundo da piscina com o filtro na posição “drenar” e complete o nível com água nova.
-  Meça a alcalinidade, o pH e o cloro e faça novos ajustes se forem necessários.
Confira a dosagem dos principais produtos: *
Produto     Dosagem
Cloro     Manutenção: 2 a 4 grs/metro cúbico     Choque:    15 grs/metro cúbico
Algicida     Manutenção: 4 ml/metro cúbico     Choque:    15 ml/metro cúbico
Clarificante     Manutenção: 1,5 ml/metro cúbico     Choque:   3 a 6 ml/metro cúbico
Elevador de Ph – Barrilha     20 grs/metro cúbico para elevar em um ponto o pH
Redutor de pH     7 a 15 ml/metro cúbico
* dosagem média dos principais produtos disponíveis no mercado.• 1 Metro cúbico = 1.000 litros

Cálculo do Volume de Água
Para tratar corretamente sua piscina, é essencial conhecer o volume de água que ela comporta. Graças a um cálculo muito simples, podemos determinar aproximadamente seu volume, independentemente do formato.
Piscina retangular     comprimento x largura x profundidade média
Piscina oval     comprimento maior x largura maior x profundidade média x 0,89
Piscina redonda     Diâmetro x diâmetro x profundidade média x 0,87
Forma livre     comprimento maior x largura maior x profundidade média x 0,85

Profundidade média = profundidade maior + profundidade menor ÷ 2

Dicas importantes:
• Em caso de ventos fortes ou constantes, diminua o intervalo entre as medições dos índices de pH e alcalinidade, pois eles podem ser alterados pelas partículas e pela matéria orgânica trazidas pelo vento. Caso não sejam corrigidas rapidamente, alterações de pH e alcalinidade aceleram o processo de reprodução de algas e o consumo do cloro residual disponível.
• Evite colocar os produtos químicos diretamente na piscina, prefira encher um balde com a água da piscina e misturar nele os produtos a serem aplicados. Em seguida, despeje a mistura de volta à piscina, tentando distribuí-la de forma uniforme. Além de acelerar a ação dos produtos, isso evita o desperdício e diminui os riscos de manchas na piscina.
• Antes de adicionar o cloro à piscina, corrija a alcalinidade e o pH, assim o cloro agirá melhor e se manterá na água por mais tempo. Além disso, prefira aplicá-lo durante a noite, pois o cloro é volátil e se perde mais fácil quando exposto ao sol.
• Lembre-se: para que a piscina esteja adequada ao uso, a alcalinidade deve estar entre 80 e 120 ppm, o pH entre 7,2 e 7,5 ppm e o cloro entre 1,5 e 3 ppm.
• Nunca deixe a piscina vazia. Piscinas vazias geram rachaduras, trincas, riscos de acidentes e de desnivelamento.
• Confira as dosagens a serem utilizadas nas embalagens de cada produto, pois existem diferenças significativas entre os diversos fabricantes.
Fonte: http://www.casacampoecia.com.br

14 de jan de 2012

Áreas verdes dão mais valor à casa e ao condomínio

O crescimento da economia brasileira fez do mercado imobiliário um dos investimentos de maior potencial.
Os preços estão nas alturas e as estimativas mais recentes são de que essa tendência deve continuar por mais alguns anos. O que fazer, então, para agregar ainda mais valor a um apartamento ou casa e, com isso, conseguir um ótima venda?
As características determinantes do preço - localização e tamanho - são imutáveis. Portanto, ganha importância o estado de conservação. Recentemente, tem-se observado também que a existência de uma área verde bem cuidada é um fator que pesa na hora de montar o preço do imóvel.
Uma pesquisa da empresa sueca Husvarna mostrou que, em m´´edia, áreas verdes bem cuidadas podem valorizar, em média, 16% o preço de uma casa ou apartamento. Esse número é ainda maior quando o imóvel fica em um condomínio com um paisagismo bem feito e em ótimo estado de conservação.
O contrário também é verdadeiro: jardins abandonados, feios e mal cuidados trazem o valor do imóvel para baixo. E a queda, nesse caso, é ainda maior do que a possível valorização.
O estudo da empresa sueca contou com entrevistas de cinco mil proprietários de imóveis em nove países, além de 44 corretores imobiliários.
Verde na planta
Atentas a essas tendências, hoje as próprias construtoras investem no 'verde'. A vegetação tem presença obrigatória, mesmo que em elementos muito básicos, como a grama. "Projetos paisagísticos bem desenvolvidos realçam os pontos fortes da arquitetura e, além do mais, servem para preencher espaços que, de outra forma, ficariam desocupados", explica a arquiteta Solange Bariole.
Para Solange, a tendência é que o verde ganhe cada vez mais espaço nas construções, principalmente em condomínios residenciais. Hoje vemos projetos cada vez mais ousados. A maior parte deles faz do imóvel ou do condomínio único, diferente de todos os demais. Por isso, preço tende a ser cada vez maior.
Fonte: http://www.secovipr.com.br

8 de jan de 2012

Registrar atas e convenções traz mais segurança aos condôminos

Viver em grupo não é tarefa fácil, principalmente quando esse grupo divide o mesmo espaço de residência. Cano que estoura, filho guitarrista, sujeira de animais, carro estacionado em vaga errada, lixo fora do cesto e prego martelado com o sol raiando são algumas das situações que podem gerar problemas entre os moradores de um mesmo condomínio.
Para tentar sanar esses e outros problemas, são definidos os direitos e as obrigações de cada residente do edifício, bem como o que pode ou não fazer dentro do condomínio. Essas regras integram a chamada convenção de condomínio, um documento previsto pela Lei Federal 10.406/02 do Código Civil.
"É obrigatório que a convenção seja registrada no cartório de registro de imóveis para que ela se torne de conhecimento público", afirma do vice-presidente da Anoreg-PR (Associação dos Notários e Registradores do Paraná), Italo Conti Junior.
Ele ainda destaca a importância de que haja consenso entre os moradores sobre o conteúdo do documento, para que sejam reduzidos os conflitos. Por isso, o texto deve ser aprovado em assembleia geral, com votos de pelo menos dois terços dos moradores.

Regras permites uma resolução pela conversa
De acordo com o vice-presidente da área de condomínio do Secovi-PR (Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná), Dirceu Jarenko, a convenção de condomínio, aliada ao regimento interno, ajuda a reduzir os conflitos entre os moradores. "Com esses regulamentos, cada condômino tem ciência de quais são os direitos e responsabilidades que lhe cabe", reitera.
A convenção deve conter, entre outros itens, as regras da administração (incluindo como será composto o corpo administrativo), a definição de quais são as áreas comuns, a forma de realização de assembleias ordinárias e extraordinárias, direitos e obrigações dos condôminos, multas e meios de fiscalização da gestão e das despesas.
Jarenko acredita que a existência das normas possibilita que os problemas de convivência sejam resolvidos através de uma simples conversa. "Por isso é muito importate que todos os condôminos estejam cientes do conteúdo da convenção e do regimento interno, e possuam uma cópia desses documentos", explica.

Atualização periódica
Ainda vale salientar que o texto da convenção de condomínio pode e deve ser atualizado, para a adequação às mudanças que ocorrem no Código Civil.
De acordo com o Secovi-PR, o processo de alteração é o mesmo da elaboração original do documento. Primeiro, é convocada uma assembleia entre os moradores e nela é formada uma comissão que ficará responsávels por propor as mudanças.
Após realizarem algumas reuniões, os membros da comissão fazem uma minuta das alterações e distribuem uma cópia entre so moradores, solicitando que os mesmos se manifestem dentro de certo prazo.
As sugestões dos moradores serão avaliadas pela comissão e, sendo pertinentes, o grupo faz novas alterações na minuta, que passará por aprovação em assembleia geral específica. Sendo aprovada, o síndico providenciará a remessa para o cartório de registro de imóveis e distirbuirá, mediante protocolo, uma cópia para cada morador.

Importância do registro das atas
As assembleias também cumprem o papel importante de resolver problemas e buscar melhorias para o condomínio. Nelas são tomadas decisões que afetarão todos os moradores.

Por isso, tudo que for decidido nas reuniões deve constar nas atas, para que fiquem registradas e possibilitem maior transparência das atividades dos administradores.
"São várias as razões para se registrar um título ou documento. Isso porque, o registro comprova a data, o conteúdo integral do texto e identifica corretamente quem o assinou, dando autenticidade ao documento. Além disso, qualquer pessoa pode conferir, a qualquer tempo, o que está registrado", avalia o presidente do Instituto de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas do Paraná, João Manoel de Oliveira Franco.
É possível efetuar o registro das atas de assembleias no cartório de registro de títulos e documentos. "O registro faz com que a ata tenha validade contra terceiros", explica o oficial do 1º Cartório de Registro de Títulos e Documentos de Curitiba, José Mendes Camargo.
Segundo o oficial, o registro ainda torna o documento público e garante, em caso de perda, que os dados que constam na ata sejam conservados por tempo indeterminado.
Fonte:  http://economia.uol.com.br

6 de jan de 2012

Política de pessoal que trabalha no condomínio

TRATAMENTO E COMPORTAMENTO
O treinamento de funcionários tem influência decisiva sobre a forma como tratam e como são tratados pelos condôminos.
    A autoridade do zelador é algo que deve ser devidamente cuidada pelo síndico, pois é ele quem acompanha a rotina, o dia-a-dia do condomínio. Disso depende a ordem, visto que o zelador, perante os condôminos, deve ter o poder de tomar providências diversas.

PLANEJAMENTO, RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
A quantidade de empregados que um condomínio deve ter é proporcional ao tamanho e à complexidade do edifício.
Ter menos empregados que o ideal, em vez de economia, traz custos adicionais com horas extras, além de prejudicar a segurança e comprometer a manutenção e a limpeza. A "economia" pode transformar-se em prejuízo.
Uma boa administradora fará o trabalho de recrutamento e uma pré-seleção dos candidatos. Contudo, o síndico também deve entrevistá-los, principalmente no caso de zelador.
Procure informar-se sobre os empregos anteriores, o tempo médio de permanência em cada emprego, os motivos da saída, etc. Não tenha pressa em contratar visto ser a pressa inimiga da perfeição.
Evite porteiros e faxineiras que residam muito longe do edifício, pois será ruim para ambas as partes.
No caso de zelador, indagar se ele tem conhecimentos gerais sobre elevadores, extintores de incêndio, filtros de piscinas, eletricidade e hidráulica elementar.
Contrate sempre por um período de experiência e observe o desempenho antes de efetivá-lo. Não forneça o apartamento (residência) antes de completar os 90 (noventa) dias de experiência.
Fazer alguns testes também é uma forma de acertar na escolha do candidato ideal.
No caso do zelador, convém informar aos condôminos, por escrito, sobre a troca e o nome do novo funcionário.

TREINAMENTO
Mesmo que você admita alguém com muita experiência, um pouco de treinamento sempre será necessário. A reciclagem periódica desse treinamento é imprescindível.
Faça uma lista das tarefas mínimas de cada cargo, percorra o prédio juntamente com o zelador recém-admitido, apresente o pessoal do conselho, e outras providências.
O zelador é quem deve treinar, no local, os demais empregados, sob orientação da administradora ou síndico.

REMUNERAÇÃO
A remuneração dos empregados é uma equação complexa. O salário deve ser tal que corresponda à qualificação do empregado, ao seu desempenho e ao quanto o condomínio pode pagar.
    Além do mais, deve haver um equilíbrio interno e externo. Internamente, o zelador ganha mais do que o porteiro, que ganha mais do que a faxineira. Externamente, não se deve pagar nem muito acima nem muito abaixo do que pagam os outros prédios de mesmo porte da região.
    As administradoras costumam realizar pesquisas salariais periódicas para orientar os condôminos. Mas a decisão final é sempre do síndico.
    Todo e qualquer reajuste salarial fora da data-báse (1º de outubro), exceto as promoções, deve ser registrado como "Antecipação Espontânea Compensável", para salvaguardar o condomínio quanto aos reajustes futuros.
Fonte: http://www.agendafacilsindico.com.br

4 de jan de 2012

Como agir quando crianças e adolescentes causam problemas no condomínio?

Brigas, vandalismo e outros problemas com crianças e adolescente são corriqueiras em condomínios e, em geral, vão parar nos tribunais. Formar um comitê para a solução de desavenças é uma solução melhor do que ir à polícia

Volta e meia chegam aos tribunais casos de ofensas praticadas por crianças e adolescentes em condomínios. Tristes ocorrências.

Sob o aspecto jurídico, as soluções mostram-se simples e é certo, por exemplo, que os pais são responsáveis pelos atos dos filhos menores e arcam com as indenizações decorrentes. Adolescentes têm, sim, compreensão da ilicitude dos atos de desrespeito a funcionários e danos materiais, entre outras “travessuras”.

Porém, três pontos exigem reflexão: o primeiro é a própria existência desses episódios que tanto desiludem. Como admitir – e infelizmente é bastante corriqueiro que aconteça- pais que permanecem impassíveis quando seus rebentos furtam, destroem ou atacam empregados?

O segundo, que finda no sempre assoberbado Judiciário, é o trabalho de apreciar comportamentos que deveriam ter sido resolvidos por nós, a sociedade, se fôssemos razoavelmente educados, ciosos, lembrássemos que vivemos em comunidades e que todos têm direitos e deveres. Impossível deixar de ver com vergonha essa necessidade de o Tribunal de Justiça precisar dar um puxão de orelhas nos responsáveis pela má conduta de um filho.

O terceiro ponto, que seria melhor (até pela discrição) a todos os envolvidos nesses vexatórios episódios, é a busca de uma solução não-judicial, legalmente aplicável. Temos competentes cortes de mediação, conciliação, arbitragem, que exibem desempenho muito bom.

Melhor ainda, por que não cuidar desses casos no próprio condomínio? Que tal formar um comitê para a solução de desavenças (como ocorre nos clubes e nos conselhos de profissionais) e levar os condôminos para as assembleias, palco adequado para debater qualquer tema e atingir um convívio salutar.

Tudo isso, sempre resgatada a simples e, às vezes, esquecida certeza de que os moradores em condomínios não residem em chácaras longínquas e precisam observar algumas regras simples, presentes tanto em manuais de boas maneiras quanto no direito de vizinhança: respeito ao sossego, à saúde, à segurança dos demais, abstendo-se, diariamente, cada condômino de constranger os vizinhos a enfrentar episódios ora mesquinhos, ora lamentáveis.

Este é o único modo de dar ao condomínio a sua própria razão de existir: a boa convivência. Basta conversar!
Fonte: http://casaeimoveis.uol.com.br

3 de jan de 2012

Área de recepção é um cartão de visitas dos condomínios

Imponente, moderno, clássico ou mais clean, o hall de entrada é o cartão de visita do prédio, seja ele residencial ou comercial, define o arquiteto João Jannini, do escritório Jannini & Sagarra localizado em Campinas. O ambiente existe em todos os edifícios, independente do tamanho da construção, e, na última década, as construtoras, na opinião do arquiteto, passaram a dar mais atenção no projeto e acabamento do hall, que deixou de ser um espaço compreendido como a extensão da escada, desprovido de decoração. "Nos últimos anos os incorporadores oferecem a sofisticação do espaço, com decoração primorosa e projeto de luminotécnica", conta o arquiteto, que atua no mercado há 29 anos.

O hall de entrada do empreendimento passou a receber atenção especial nos projetos. Quadros, tapetes e estofados de ótima qualidade tornam o ambiente acolhedor, e não é raro caso no qual os responsáveis pelo residencial desembolsam R$ 30 mil entre material de acabamento e decoração feita por escritórios especializados. "Atualmente é possível receber o visitante no hall do condomínio, com conforto e estilo", garante Jannini.

Revestimento requintado, luminotécnica, uso de fórmica nas cabines dos elevadores e piso de tráfego pesado estão presentes em obras recentes. Na opinião de Jannini, a iluminação é um dos fatores mais importantes para o aconchego de um ambiente, sendo complementado pela presença de tapetes, quadros, luminárias e aparador. "O hall dos andares é uma área que não tem iluminação natural", explica. E não adianta caprichar no piso e outros materiais de acabamento e descuidar do visual e estilo das portas.

Em construções residenciais unifamilares, geralmente em condomínios fechados, o hall alto proporciona uma visão panorâmica dos ambientes internos e habitualmente está dois a três degraus acima do nível da sala. Vem acompanhado de portas largas e altas, em construções com quatro ou cinco metros de pé-direito. "Muitos empreendedores estão utilizando o pé-direito alto como forte apelo para venda de casa em condomínios fechados", explica o arquiteto.

FLUXO CONTROLADO. Para Rogério Gerin Nassralla, diretor da GNO, além de permitir o acesso ao espaço destinado - comercial, industrial, casa ou shopping - o hall ajuda a filtrar o fluxo de pessoas que entram no edifício, vindas da área externa do empreendimento. Também são idealizados para criar e transmitir ao usuário a sensação planejada no projeto, seja imponência ou exclusividade.

A importância do hall vem despertando à atenção dos construtores para projetos que valorizam cada vez mais esse espaço. Um exemplo é um condomínio residencial de edifícios em fase de pré-lançamento, desenvolvido por meio da parceria entre as construtoras Rossi e GNO. Um concurso promovido pelas corporações escolheu, entre quatro escritórios de arquitetura. O escritório vencedor foi Primi & Appoloni Arquitetura, de Campinas.

INDIVIDUALIZAÇÃO
. O projeto possibilita a "individualização" do hall dos apartamentos dos 22 andares das quatro torres que farão parte do empreendimento de seis torres, dos quais dois serão prédios com plantas baixas, com um andar térreo e mais três pavimentos.

O hall exclusivo dos apartamentos, graças à prumada de elevadores, permite um ambiente de entrada para cada unidade devido a presença de cinco elevadores, um para cada "linha" de apartamentos servindo aquele trajeto do 1º ao 22º andar, explica Nassralla. "Cada hall mede cerca de três metros quadrados e o morador pode dar o acabamento que quiser àquela área, inclusive, como se fosse a extensão da sua sala de visita", explica o diretor da GNO. Entre os itens mais utilizados na decoração do hall está o uso de aparador, quadro e tapete.

Na análise de Nassralla, o hall é tão importante que no Wonders Galleria a encomenda aos arquitetos que participaram do concurso foi de não se limitarem apenas ao hall exclusivo de acesso ao interior de cada apartamento (torre). Com isso o projeto contempla a criação de cinco áreas: um que recepciona os visitantes e funcionários logo na portaria do empreendimento, outro é o hall do prédio, propriamente dito. Uma das inovações do projeto no item, permitidas graças a posição do terreno é a criação de um hall em vidro. Nassralla conta que ele permitirá o aceso a um elevador que irá transportar o morador até o condomínio.

O acesso a este hall será liberado com o uso de um cartão magnético que abrirá a catraca de segurança. Na garagem, localizada em dois níveis de sobressolo, haverá o quarto hall do empreendimento também projetado em vidro. Sua função será ligar a passagem da garagem até a entrada do prédio, onde está quinto hall, que é a área exclusiva na entrada de cada apartamento. As áreas de entradas da portaria e do acesso às torres serão entregues decoradas.
 Fonte: Gazeta de Piracicaba

2 de jan de 2012

Entenda os fatores que fazem um imóvel valorizar

"Basicamente, é uma questão de oferta e procura", resume Gilberto Guerreiro, vice-presidente de vendas do Sindicato da Habitação (Secovi) de Florianópolis e Tubarão, sobre a lógica de valorização de imóveis. Ele usa o exemplo do Centro da capital catarinense, que tem alta demanda, mas não tem empreendimentos novos para acompanhar as necessidades do mercado. Não só isso: quanto mais interesse as pessoas têm por determinado local, maiores tendem a ser os preços na região.

É claro, por outro lado, que a demanda por imóveis em determinado bairro tem a ver com a estrutura oferecida, explica Alexandre Arruda, da Auxiliadora Predial, em Porto Alegre. Acessibilidade e segurança estão entre os principais fatores citados pelo gerente geral de vendas da imobiliária gaúcha. Ele considera importante, também, observar para onde a cidade está crescendo: na capital gaúcha, o movimento é nas regiões mais afastadas no norte e no sul; na catarinense, as direções são as mesmas, na parte insular da cidade.

A presença de supermercados, escolas, lojas e outras facilidades também faz com que as regiões tenham preço maior. É por isso que os shoppings - que concentram comércios e serviços - influenciam no valor dos imóveis. Arruda afirma que um bom negócio é escolher imóveis próximos a universidades, ou em bairros de onde se possa chegar às instituições pegando um único ônibus. Isso porque esses imóveis sempre têm demanda, uma vez que os estudantes se renovam a cada semestre.

Mercado aquecido
Alexandre Arruda afirma que o mercado como um todo tem valorizado. "O momento econômico é muito favorável, pessoas que nunca tiveram condições de adquirir imóvel próprio agora podem fazê-lo", explica Gilberto Cabeda, vice-presidente de comercialização do Secovi-RS. Ele acrescenta que as novas taxas de juro e os prazos mais longos, além de programas como o Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, também influenciam a corrida por imóveis.

Para quem pretende investir em imóveis novos, a dica de Alexandre Spolavori, da Guarida Imóveis, em Porto Alegre, é comprar no período de pré-lançamento. Se não for possível, Cabeda afirma que é válido fazer a aquisição na planta. "Até a conclusão, a unidade valoriza de 25% a 30%, além da inflação mensal", ressalta.

Cuidados
O primeiro ponto que merece atenção na hora de comprar um imóvel, para Guerreiro, é a documentação. "Em Florianópolis, por exemplo, muitos terrenos são de posse, e isso pode gerar problemas", alerta.

O secretário municipal de Planejamento de Porto Alegre, Márcio Bins Ely, ressalta que é importante checar o plano diretor da cidade, pois às vezes a propriedade está à venda por preço abaixo do mercado porque está incluída no gravame do trajeto viário. "Isso significa que existem planos de passar uma estrada no local, por exemplo, então o terreno pode ser vendido, mas não permite que se edifique nada sobre ele", explica.

Fonte:http://revista.penseimoveis.com.br

1 de jan de 2012

Viver em condomínio: o que fazer nas férias das crianças?

Organizar passeios e cuidar da segurança nas áreas comuns dos prédios garantem diversão nos meses de férias.
Ainda que as famílias se organizem para viajar e aproveitar as férias em família, dificilmente os pais terão dois meses inteiros para dispor e curtir o período de recesso escolar com as crianças. Isso significa que, por vários dias os filhos estarão de férias e em casa. Se não na casa dos pais, na dos avós, na dos tios ou na dos amigos. O que fazer, então, para entreter os filhos nessa época?

Quem mora em condomínio com diversos ítens de lazer, terá todos eles a seu favor: piscina, playground, brinquedoteca, lanhouse e salão de jogos poderão ser desfrutados ao máximo pelos pequenos nessa época. Já para quem não conta com tanta infraestrutura, poderá compensá-la (e com grande vantagem) usando um tanto de criatividade: o síndico ou os próprios moradores podem organizar, entre dezembro e janeiro, alguns passeios externos para locais como parques, museus, zoológico e outros pontos turísticos da cidade. Os pais das crianças podem de revesar para acompanhar o grupo de crianças nesses passeios.

"Essa iniciativa é especialmente importante nos condomínios com poucas opções de lazer para o público infantil, e evita que as crianças brinquem em locais inapropriados ou perigosos. Além disso, os passeios propiciam oportunidade de integração entre os pequenos moradores", sugere Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios.


Segurança e cuidado com as crianças nas férias
Durante o período de férias escolares, os condomínios residenciais precisam redobrar os cuidados com as crianças. A preocupação maior deve ser em relação a elevadores, garagem, escadaria, piscina, playground e áreas de acesso restrito, como caixas d´água e casa das máquinas.

Nas áreas comuns, algumas medidas são fundamentais: 
Não é recomendável que crianças menores de 10 anos andem sozinhas no elevador;
O condomínio também deve proibir que as crianças brinquem nas escadas e na garagem;
É importante manter a escadaria e as garagens com boa iluminação;
Não deixar entulhos ou outros materiais nesses espaços.

Em relação ao playground ou brinquedotecas, a principal orientação é para que os brinquedos sejam regularmente vistoriados para verificar possíveis defeitos. Brinquedos móveis como gangorra e gira-gira merecem atenção redobrada. Crianças menores de cinco anos devem estar sempre acompanhadas por um responsável, que poderá socorrê-las imediatamente no caso de um acidente.

Na piscina, todo cuidado é pouco. As crianças nunca devem permanecer sozinhas nesses locais. O síndico deve orientar os funcionários a ligarem imediatamente para os pais dos menores que forem encontrados desacompanhados de adultos na piscina.
Fonte: Portal Bonde